28 de fevereiro de 2010

Frase no pára-choque de caminhoneiro antenado



"O QUE LULA REALMENTE MERECIA ERA UM SEGUNDO TORNO".

26 de fevereiro de 2010

“ O melhor dos políticos tem sarna!”


Daidy Peterevitz

Essa frase meus queridos leitores, não é minha e vai entre aspas. Na verdade, sou otimista, não gosto assim, mas é o sentimento de agora. A frase é do meu sogro, um culto italiano, muito chato, porque sabia de tudo!
Eu nem me bicava com ele e nem ele comigo. Só nas músicas, nos entendíamos. “Avanti il popolo, á la rincossa! badieira rossa, bandiera rossa! E depois::“Giuventú, giuventú che vem dal’Une...!
Deveria ser os caras pintadas nossos, no tempo do Collor,que renunciou (lembras-se do caso da Dinda?).
Reeleito e muito de olhar duro, mandante, hoje, na Comissão de Infra-estrutura, do Senado, em que passam todos os dinheiros do PAC.
Uma beleza de posição!
Nosso povo bem o merece!
Voltemos ao meu sogro chato e suas músicas: numa noite, ele era muito mandão, já lhes disse ( não gostava de mim, nem eu dele, porque sou, também, mandona), democraticamente, ele era um ditador!

Nunca fui muito. Até tenho um filho lulista! Deus que me perdoe! Cada um deve pensar por si!
Bem,meu sogro, ele reunia a família toda,e , dando o tom a cada um, exigia que cantássemos cada um na sua voz! E ao seu comando.
Que ditador! Nem era maestro como o José Ricardo o é! Nem como minha professora de canto, Luba Dodonova o foi! Mas, (entendia de música), o danado do meu sogro, tinha voz doce e tocava violão.
Até contava uma história:
O teatro “Scala di MiIano” recebia e recebe lá os melhores artistas do mundo, até hoje! Então, sabe o que ele, meu sogro e amigos da música faziam? Sem terem acesso ao o palco daquele imenso teatro...ele, meu sogro, Frigerio, nos tempos antigos, entendia sobre todas as óperas e de todas as obras de Giuseppe Verdi e dos demais. Até de nosso Carlos Gomes e de Vila Lobos ele sabia!
Alguém conhece isso? Nossas escolas falam deles? Deixemos de sarcasmo. Nossas escolas sequer ensinam a ler. E os atuais professores, eles sabem ler e interpretar um texto?! Voltemos ao meu sogro e troupe
Sabe o que faziam? Postavam-se nas escadaria do Teatro de Milão...lindas mulheres e homens vestidos de fraque!! E a “troupe” do meu sogro ali cantava e encantava aquele pessoal elegante!

Ele me contou isso.Lógico que me sogro nada pobretão, poderia estar lá dentro. E esteve por muitas vezes, mas gostava da sua “troupe”, fazia a própria história e sabia como contá-la, o que tento fazer agora.

E segredou-me mais, o sogro, entre as tiradas no violão: “Menina, o mundo será dos amarelos!”
Nada entendia nada, então, mas entendo, hoje, quando a toda poderosa China compra, de forma adoidada, terras na África, para plantar.
Creio que, hoje, ele até que gostaria de mim, resistindo aos tempos, (ele se foi precocemente) e, democrática, continuo mandona, difícil em aprender, mas aprendi:
“...O melhor dos políticos tem sarna”!!...
Todo ser humano é muito bom, tenho cá pra mim, até que vira político!
Daí, a história é outra! Tem que se aliar, fazer concessões, porque ninguém governa sozinho. É a tal da “governabilidade”.

Iesus Chraisto! Os Malufs da vida, os aloprados da vida, os mensalões e mensaleiros! E nosso “chefão”...não sabia de nada Dinheiro na meia, na mala, na cueca, na bolsa da “dama”. Até o Kassab, que parecia tão certinho!...e hoje, mais um escândalo, em Brasília, às barbas do Saney, que contratou a Fundação Getúlio Vargas(ou fez de conta), para uma reforma administrativa, que...sequer percebeu que funcionários das "Casas", recrutavam pessoas muito pobres, anotavam documentos, pediam assinaturas e...lhes pagavam R$100,00 ao mês. Aquelas pessoas pobres viravam "funcionários" do Congresso e recebiam...que beleza, nada menos que R$7.000,00 ao mês!!
O simpaticão do PMDB, Michel Temer...diz que foi por isso que está instalando o "ponto eletrônico".
Mais uma piada, neste pais da piada pronta, conforme Zé Simão o diz e com toda a razão!
Hum, foi só uma intromissão atualizante no assunto sobre meu sogro.
Porém, lógico, tudo deve ser armadilha em ano eleitoral! Todos eles são ótimos! Mas, ficarei com meu sogro Frigerio, com quem não me bicava, nem ele a mm, mas, honra ao mérito seja feita:

....”o melhor dos políticos tem sarna”...e, che la venga bem, che la venga mal, siamo sul fior delle juventu...i tempi che passano...non tornano piú!
Cocêmo-nos, pois.
daidypeterlevitz@hotmail.com

25 de fevereiro de 2010

" UM CERTO BAILE"

Pouco restara na pequena cidade em consequência da fúria ditatorial reinante por ocasião da eclosão da chamada " Revolução do Proletariado".
Propriedades confiscadas, famílias expulsas dos seus lares, francos e suspeitos dissidentes assassinados, mulheres tenebrosamente violentadas!
Diferentemente de seus familiares Sergio sobrevivera ao morticínio estatal, mantendo-se à míngua de parcos recursos percebidos das aulas de piano que ministrava à nova elite soviética.
Em uma enluarada noite de abril recebera o convite para o baile, e mesmo sabedor que no recinto estariam perfilados inúmeros "secretas" ostentando grotescos papéis de gentis homens, resolvera arriscar-se e participar do evento festivo.
Natascha exibia um figurino pouco afeito aos ideais revolucionários, trajando um rico vestido adornado por uma estola de pele, joias fulgurantes e uma maquiagem sedutora. Os longos e loiros cabelos refulgiam hipnotizantes encantadoramente enfeitados por uma tiara de brilhantes, que só encontrava paralelo nos ricos brincos de safira!
Resoluta a moça dirigiu-se ao pianista e o violáceo de seus grandes olhos lançou ao mancebo uma flamejante e hipnotizadora mensagem!
Passados alguns instantes o casal bailava no exuberante salão deslizando no assoalho como anjos a flanar no céu...
Como um autômato, destituído de qualquer resquício de voluntariedade Sergio seguia Natascha pelas gélidas ruas do vilarejo russo. Decorrida meia hora o casal então divisa uma sóbria vivenda, majestosamente guarnecida por um suntuoso e artístico mobiliário.
Aos frementes beijos o enamorado par se entrega mutuamente em um só hausto de luxúria!Aplacada a fome sensorial Sergio adormece e começa a vislumbrar os mistérios de um mundo onírico e sensual...
Natascha está postada defronte a ele, a camisola revela os segredos do túrgido e primaveril corpo... A cada carícia a moça pede: _ Fuja comigo, vamos viver juntos para sempre fora desta cidade!
Ao que Sergio retruca: _ Não posso abandonar minha mãe, ela vive dos meus rendimentos...
À medida que licenciosamente Natascha vai se despindo Sergio nota sinais mórbidos e estranhos... Um profundo corte na altura do coração, um talho na região abdominal, cicatrizes profundas indicativas de queimaduras na virilha!


Começam a lutar, Sergio grita pois não deseja acompanhar a moça em seus vis propósitos!
A algazarra acaba por acordar um rapazola que veste uma farda do Exército Socialista, o qual abruptamente abre a porta da alcova.
Atônito ele se depara com o pianista seminu que assevera ter passado uma noite com uma bela e misteriosa mulher de nome Natascha.
Surpreso, o jovem cadete afirma não ser tal ação possível, pois sua irmã, moça de vários leitos acabara morta a golpes de punhal em razão de ter traído a confiança de um de seus abonados amantes...


Ele,aspirante a Oficial e seu pai viviam nesta casa desapropiada pelo Estado à custa de servirem o poder delatando, espionando,enviando inúmeras pessoas a campos de trabalhos forçados e à internações em estabelecimentos psiquiátricos.
A mão já percorria o coldre, quando voluntariamente Wladimir desiste de seu intento. Decidira dar uma chance ao pianista que exitosamente escapara da ação homicida do espírito cruel de sua perdida irmã...
Disse então a ele:
_ " Desta vez você escapou... Mas, a morte rondará para sempre e em todos os recantos a fim de levar com ela todos aqueles que se ousarem a se opor à nova ordem constituída e assim tentarem trair o regime Socialista!


* Nota da Recantista: Dedico este meu texto ao meu primo Alexandre F. Naumoff e a seu pai meu tio avô Alexandre Naumoff (de saudosa memória) os quais encontraram nas terras brasileiras o remanso para suas vidas; a memória de meu tio avô Nelson de Mattos Ferraz o qual morreu em virtude de ter se oposto à ditadura de Vargas (foi capitão de milícia na Revolução Constitucionalista de 1932), e a todos que foram supliciados por ordens totalitárias quer sejam elas de direita ou esquerda.

Ivone Maria R Garcia


Publicado no Recanto das Letras em 19/02/2010


Código do texto: T2096584





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Era uma vez um TCC
Michel Lacombe
O mundo anda tomado de siglas e nem é preciso ser um apreciador da língua para perceber. Dos partidos aos políticos, das doenças às entidades (filantrópicas ou não), tudo tem a tendência reducionista. Parece que tudo que se fala no mundo é igual à redação de um jornal impresso no qual é preciso ter criatividade para cumprir um de seus primeiros mandamentos, que é, justamente, o "fazer caber". É a DST, é o HPV, é a TPM e, para muitos universitários em fim de curso, é o TCC ou outra sigla equivalente.
Analogamente, o TCC, abreviatura para Trabalho de Conclusão de Curso, é como a teoria do Big Bang. No começo, não havia nada - além de bares, festas, provas, desculpas para conseguir uns dias a mais para entregar o trabalho e, claro, mais festas. Depois de uma explosão, milhões de ideias entram em contato umas com as outras, causando reações internas e externas, pouco conexas entre si, impossíveis de serem descritas de tão particulares que são, criando imagens que se solidificam ou desaparecem de tão miragens que são.
O resultado desse Big Bang reduz enormes pretensões em poeira de estrelas. "O que há em uma estrela? Nós mesmos / Todos os elementos do nosso corpo e do planeta / estiveram nas entranhas de uma estrela / Somos poeira de estrelas", escreveu o nicaraguense Ernesto Cardenal em um dos poemas de seu livro Cántico Cósmico, cujo trecho foi traduzido livremente do espanhol por este escriba. E é justamente desse pó que surge o fio condutor do TCC. A fagulha que lhe parecerá mais atraente será o cimento da construção de um projeto.
Alguns professores argumentam que o TCC será o cartão de visitas para o que virá no próximo capítulo. No caso do jornalista, com o diploma debaixo dos braços, a tentativa de virar foca, tal qual uma metamorfose semelhante à da lagarta que se transforma em borboleta. É inevitável, porém, pensar nesse trabalho como a bússola para sua carreira. Para quem segue essa corrente, lamentamos informar que nada disso acontecerá. Aquele trabalho de um ano inteiro será, no máximo, uma carta de apresentação. O resto é com você.

"Eu quase que nada não sei. Mas desconfio de muita coisa", disse Riobaldo ao seu interlocutor em “Grande Sertão: Veredas”, de João Guimarães Rosa. Com o estudante de jornalismo (ou qualquer outro), não deveria ser diferente. Da poeira de estrelas surgirá algo. Resta adequar a sua realidade. E, além do mais, há muitas histórias que não foram contadas.
Eis o meu caso. Há dois anos tinha a ideia fixa de qual assunto queria trabalhar em meu TCC. O ponto de partida foi a leitura de "A mulher do próximo", de Gay Talese. Em linhas gerais, o livro traça um panorama da revolução sexual norte-americana, abordando pontos delicados, como, por exemplo, a construção do mito de Hugh Hefner, os relatórios de Kinsley e a troca de casais.
Como não poderia fazer em um ano um trabalho que Talese demorou algo em torno de 20 para finalizar, resolvi me fixar em um ponto específico. O escolhido foi a prática do swing, a troca de casais, justamente por ser um assunto que, na minha concepção, não é abordado como deveria, sendo tratado como algo pouco comum, o que é errôneo. O problema é que o ser humano ainda não está preparado para falar de sua sexualidade.
Resolvi adequar o projeto à minha realidade, ou seja, apresentar como esse mundo paralelo se desenvolve dentro do pequeno universo chamado São Carlos, cidade onde vivo no interior de São Paulo.
Desde então comecei a imaginar como conseguir material suficiente para escrever um livro-reportagem. No ano em que deveria ganhar corpo, o TCC transformou-se em um ser anômalo, que não conseguia sustentar-se apenas pela vontade da realização. Era preciso ter a colaboração dos swingers, os praticantes do swing. Havia o fato, era comprovado. Faltavam, porém, as fontes para falar sobre.
Antes do trabalho de campo, uma saraivada de piadas e pessoas perguntando se eu iria participar da troca de casais, se iria filmar as relações ou, dos mais oferecidos, se iria precisar de um fotógrafo. Para todas as questões o "não" era a resposta. O importante para o jornalista é apresentar um fato e não se filiar a ele. Creio que o mais desafiador para o profissional é buscar histórias que não estejam em seu cotidiano. Falar sobre o que lhe é conhecido é fácil; difícil é lidar com um assunto que não faz parte da pauta tradicional. Quer algo mais desafiador do que isso?
Comecei os trabalhos buscando uma forma de contar como aconteciam os casos de swing em São Carlos. A estratégia narrativa se constituía em duas partes: a primeira, mostrando alguns elementos para criar um panorama do assunto; a segunda ficaria restrita a entrevistas com casais que quisessem colaborar, com a ressalva de que suas identidades jamais seriam reveladas.
A primeira parte do trabalho de entrevistas foi concretizada até com certa facilidade. Duas psicólogas se disponibilizaram a falar sobre características gerais da sexualidade na cidade e relatar superficialmente – a ética profissional não permite que as histórias sejam contadas com mais profundidade sem o conhecimento e autorização dos atendidos – casos que foram parar na terapia. Além delas, dois donos de sex shops também concordaram em dar entrevistas sobre o assunto.
O material coletado e já selecionado deu origem a um pequeno arquivo com pouco mais de vinte páginas. A primeira parte estava a caminho. Faltava, contudo, a segunda parte, a mais difícil. Para procurar os casais, todas as ferramentas foram importantes, sobretudo as virtuais. Através de portais e redes sociais, consegui entrar em contato, em menos de um mês, com mais de 30 casais.
Um casal se manifestou logo nos primeiros contatos dizendo que não se importaria em dizer como era o modo de vida deles. Dois meses depois, porém, não houve retorno ao segundo e-mail, já com uma série de perguntas. Outro casal tinha se disposto a colaborar um tanto antes da efetiva busca. Uma mudança total de vida, com o abandono da troca de casais, e de cidade, praticamente um recomeço, fez com que a resposta fosse negativa.
Para muitos trabalhos, o material coletado já seria suficiente. Não para um TCC. Por isso, o ser anômalo não se manteve. A grande lição sobre o que (não) se deve fazer em um trabalho de conclusão de curso é levar em conta a imprevisibilidade dos fatos. Há tantos outros assuntos de igual ou maior importância para serem abordados... Um TCC será apenas mais um trabalho entre tantos que o profissional fará. A grande diferença é que este, por proporcionar um pouco mais de tempo para a elaboração, poderá ser mais bem lapidado. Mas lá na frente, quando o estudante sair do estágio de foca, ele já terá grandes habilidades como ourives...
Resposta do Juiz ao Lula!

CARTA PUBLICADA NO ESTADÃO
O meitíssimo tem o nome de Juiz Ruy Coppola (2º TAC) .
Mensagem ao presidente!

Estimado presidente, assisti na televisão, o trecho de seu discurso criticando o Poder Judiciário e dizendo que V. Exa. e seu amigo Tarso, ministro da Justiça, há muito tempo são favoráveis ao controle externo do Poder Judiciário, não para 'meter a mão na decisão do juiz', mas para abrir a 'caixa-preta' do Poder.... Vi também V. Exa. falar sobre 'duas Justiças' e sobre a influência do dinheiro nas decisões da Justiça.
Fiquei abismado, caro presidente, não com a falta de conhecimento de V.Exa., já que coisa diversa não poderia esperar (só pelo fato de que o nobre presidente é leigo), mas com o fato de que o nobre presidente ainda não se tenha dado conta de que não é mais candidato.


Não precisa mais falar como se em palanque estivesse; não precisa mais fazer cara de inconformado, alterando o tom da voz para influir no ânimo da platéia. Afinal, não é sempre que se faz discurso na porta da Volks. Não precisa mais chorar. O eminente presidente precisa apenas mandar, o que não fez até agora.
Não existem duas Justiças, como V. Exa. falou. Existe uma só.

Que é cega, mas não é surda e costuma escutar as besteiras que muitos falam sobre ela.
Basta ao presidente mandar seu amigo Tarso tomar medidas concretas e efetivas contra o crime organizado.
Mandar seus demais ministros exercerem os cargos para os quais foram nomeados.
Mandar seus líderes partidários fazerem menos conchavos e começarem a legislar em favor da sociedade.
Afinal, V. Exa. foi eleito para isso.
Sr. presidente, no mesmo canal de televisão, assisti a uma reportagem dando conta de que,
em Pernambuco (sua terra natal), crianças que haviam abandonado o lixão, por receberem do Bolsa-família , tinham voltado para aquela vida (??) insólita simplesmente porque desde janeiro seu governo não repassou o dinheiro destinado!.
Como se pode ver, Sr. presidente, vou tentar lembrá-lo de algumas coisas simples. Nós, do Poder Judiciário, não temos caixa-preta. Temos leis inconsistentes e brandas (que seu amigo Tarso sempre utilizou para inocentar pessoas acusadas de crimes do colarinho-branco).

Temos de conviver com a Fazenda Pública (e o Sr. presidente é responsável por ela, caso não saiba), sendo nosso maior cliente e litigante, na maioria dos casos, de má-fé.
Temos os precatórios que não são pagos.
Temos acidentados que não recebem benefícios em dia (o INSS é de sua responsabilidade, Sr. presidente). Não temos medo algum de qualquer controle externo, Sr. presidente.
Temos medo, sim, de que pessoas menos avisadas, como V. Exa. mostrou ser, confundam controle externo com atividade jurisdicional (pergunte ao seu amigo Tarso, ele explica o que é).


De qualquer forma, não é bom falar de corda em casa de enforcado.
Evidente que V. Exa. usou da expressão 'caixa-preta' não no sentido pejorativo do termo.
Juízes não tomam vinho de R$ 4 mil a garrafa.
Juízes não são agradados com vinhos portugueses raros quando vão a restaurantes.
Juízes, quando fazem churrasco, não mandam vir churrasqueiro de outro Estado.
Mulheres de juízes não possuem condições financeiras para importar cabeleireiros de outras unidades da Federação, apenas para fazer uma 'escova'. Cachorros de juízes não andam de carro oficial. Caixa-preta por caixa-preta (no sentido meramente figurativo), sr. presidente, a do Poder Executivo é bem maior do que a nossa.


Meus respeitos a V. Exa. e recomendações ao seu amigo Márcio.

P.S.: Dê lembranças a 'Michelle'.
(Michelle é cachorrinha do presidente que passeia em carro oficial)

Ruy Coppola, juiz do 2..º Tribunal de Alçada Civil do Estado de São Paulo, São Paulo

22 de fevereiro de 2010

Esse assunto me cheggou pelo amigo sr. lacombe
É bem simples, de entender!
Anotações para 2010


Com o final do Carnaval, além da Quaresma (alguém ainda sabe o que é isso?) também começa o ano brasileiro. 22 de março é muito mais que primeiro de janeiro e segunda-feira. É o tempo no qual todas as engrenagens vão se mexer mais ou menos iguais ao que sempre foram. Por isso, não custa fazer uma série de anotações para que 2010 seja, como os jovens dizem, tudo de bom.


Então vamos a elas:


- Torcer para o Brasil na primeira Copa realizada em solo africano: Sim, é importante não perdermos a fé. Brasileiro não desiste nunca, lembra? Mas, mais do que o futebol, não custa lembrar que todos tiram sua casquinha e trazem para si algum benefício desse esforço. Porém, que ele seja apenas uma prova de superação e não de esperteza política.


- Acreditar que as obras para o Brasil-2014 e o Rio-2016 tenham um portal de transparência sério, que apresentem quanto foi gasto e em onde: Já que essa é uma oportunidade rara para alavancar a economia brasileira, gerando empregos e dividendos, não custa mostrar que a lição de casa começou muito tempo antes. Moralizar é bom


- Reforçar os votos para que a educação seja vista como salvação e não como mais um gasto: Mais do que falar em cotas, medidas paliativas para a inclusão social, é necessário que os gastos sejam verdadeiros e um professor (seja do ensino médio ou fundamental) ganhe um salário digno que o permita a se dedicar a uma escola, prepare aulas, use as novas tecnologias, e não tenha três, quatro empregos e ainda creia que trabalhar seja um exercício de risco de vida.


- Segurança é bom e todo mundo gosta: que as cercas elétricas sejam um acessório desnecessário e não um item essencial para a segurança de casas e prédios. Que seja possível sair, caso necessário, a qualquer hora do dia ou da noite, sabendo que não se corre risco de ser assaltado.


- Que saúde seja apenas algo que se diga após um espirro: Planos médicos, sistema privados e qualquer outra forma de atendimento haja de acordo com a doença da pessoa e não conforme sua conta bancária e não fique empurrando um doente de um lado para o outro, até que o cidadão se transforme em uma estatística no índice de óbitos.


E, por fim:


- 2010 é ano de eleição: Mais do que a ambição dos candidatos, que todos se preocupem de fato com a população e, ao invés de medirem forças para eleições vindouras, tenham propostas e queiram fazer algo diferente. A mobilização é a palavra de ordem do século XXI e hoje é muito mais fácil fiscalizar se o voto dado foi válido. Caso não tenha sido, é bom se preparar para trocar de carreira.


E só uma ressalva: se utopia e ética, essas palavra tão desgastadas, não existissem já estariam banidas dos dicionários. Basta com que elas voltem a ter as aplicações que lhes deram que tudo voltará a ser como há muito já não é.

18 de fevereiro de 2010

O artigo me veio, como sempre, da assessoria da senadora Kátia Abreu, presidente da CNA:Verde e pragmática

Enquanto parte do governo continua às turras com o agronegócio - a última investida veio do ministro Paulo Vannuchi, dos Direitos Humanos -, a ONG americana TNC mostra que a parceria com os produtores é o melhor caminho para preservar a natureza
Ângela Pimenta
Uma sina curiosa vem perseguindo o agronegócio brasileiro nos últimos anos. Quanto mais dá mostras de sua competência lá fora, mais ele apanha aqui dentro - das ONGs, de políticos, do próprio governo. A mais recente investida ocorreu com a divulgação da nova versão do Programa Nacional de Direitos Humanos, de autoria do ministro Paulo Vannuchi. No meio de um festival de barbaridades, ficamos sabendo que o plano dá respaldo às invasões de terras, dificultando a obtenção de mandados de reintegração de posse na Justiça. Esqueça a lei.
Se prevalecer o que Vannuchi propôs, as invasões serão avaliadas por audiências públicas - e só se essas audiências aprovarem é que a Justiça entrará em ação para defender os proprietários. Felizmente, nem todos acham que os males do Brasil são a excelência na produção de comida. Até mesmo ONGs ambientalistas, famosas pela virulência de sua militância, compreenderam que o agronegócio pode ser parceiro não apenas na hora de gerar riquezas mas também - pasme - de proteger a natureza.
O melhor exemplo tem sido dado pela americana The Nature Conservancy (TNC), a maior organização civil do planeta voltada para o meio ambiente, hoje presente em 32 países. A TNC é responsável pelo mais bem-sucedido modelo de combate ao desmatamento do país, o de Lucas do Rio Verde, no interior de Mato Grosso - conseguido exatamente por meio de parceria com o agronegócio.
A ideia é obter a preservação combinando imagens de satélite - que permitem mapear as terras e detectar a derrubada de árvores - com incentivos econômicos, como linhas de crédito e cursos de educação ambiental para fazendeiros que se mostram dispostos a regularizar suas atividades. Agora o programa de Lucas do Rio Verde começa a ganhar escala nacional. Inspirado nele, o governo federal lançou o programa Mais Ambiente com o objetivo de regularizar sobretudo propriedades rurais com problemas de desmatamento ilegal e que não estão registradas devidamente.
O governo fixou prazo de três anos para a adesão dos proprietários ao programa. A medida vale para todo o país, mas tem por alvo especialmente as áreas mais críticas da Amazônia. Paralelamente, o governo de Mato Grosso adota a mesma abordagem para legalizar a situação fundiária no estado. O governador Blairo Maggi lançou em 2009 o programa Mato Grosso Legal para cadastrar 50 000 propriedades até o fim deste ano. No âmbito federal, ainda não se sabe quantos produtores serão atingidos.
Fonte inspiradora dessas iniciativas, a TNC é um exemplo de pragmatismo que contrasta com o estereótipo da militância irada e inconsequente de muitas ONGs. Em Lucas do Rio Verde, município que é um dos maiores produtores de soja do país, a TNC teceu em 2007 uma parceria entre a prefeitura e as empresas Sadia, Syngenta e Fiagril. Nos últimos três anos, o agrônomo Giovanni Mallmann, chefe da equipe da TNC na cidade, rodou 20 000 quilômetros visitando as 820 fazendas da região. "No começo, parte dos proprietários nos via com desconfiança", diz Mallmann. "Agora eles sabem que esse é o único caminho capaz de garantir a preservação das terras e a existência de compradores para seus produtos."
Batizado de Lucas do Rio Verde Legal, o programa fez um diagnóstico com imagens de satélite e deu prazo de dez anos para os fazendeiros recuperarem as matas. Eles também ganham mudas e assistência técnica no replantio. Hoje, o cadastramento das terras de Lucas do Rio Verde está pronto e a base de dados gerada vai ser transferida para o governo de Mato Grosso desenvolver seu programa.
É verdade que a ideia de usar satélite para esquadrinhar as propriedades rurais já existia em repartições federais e estaduais desde os anos 90. Mas o plano oficial era um fiasco em estratégia e gestão. "As normas ditavam que o proprietário em situação irregular levasse sua documentação ao poder público", diz a bióloga Ana Cristina Barros, representante da TNC no Brasil. "Mas, ao chegar lá, ele seria autuado em flagrante." Como era de prever, a iniciativa governamental fracassou. Em Lucas, a TNC mudou a tática. Em vez de os produtores irem a uma repartição, a ONG e representantes da prefeitura visitam os fazendeiros para obter sua adesão.





17 de fevereiro de 2010

 O crime do caseiro

Por: Azuaite Martins de França
Imagine um crime.
Um assassinato. Um inocente morto. Sem poder reagir. Sem saber por que.
Imagine a estampa de espanto no último olhar da vítima.
Veja o sangue jorrando. Olhe ao redor e veja a família que a tudo assistiu. A perplexidade. O choro dos pais. Da mulher desesperada. Dos filhos pequenos gritando pelo pai.
Olhe bem para o rosto do criminoso.
Há um sorriso frio em sua face. Olhe melhor. Agora o sorriso já é um riso. De deboche.
Ele está debochando de você.
Ele vai cometer mais três crimes. Semelhantes ao primeiro. Ele vai cometer mais três crimes porque sabe que não será punido. Ele tem costas quentes. Tem bons advogados. Tem apoio dos poderosos.
Conheço bem a sua reação, leitor. Temos a mesma indignação. O mesmo nojo. O mesmo grito por justiça.
Pense, agora, que a vítima era um funcionário público. Antonio Santoro. O primeiro tiro pelas costas. Sem defesa. Depois, mais dois. Já estava morto. Mas era preciso ter certeza.
A segunda vítima estava num açougue. Lino Sabbadin. Foram dois tiros. O sangue do inocente misturado ao sangue dos animais. Para o assassino inocentes e animais não têm diferença.
Pierluigi Torregiani estava feliz. Ia às compras com os filhos. Tiros interromperam a felicidade de Pierluigi. O corpo inerte na calçada. O pranto dos filhos agarrados ao cadáver era um ingrediente a mais naquele banquete de curiosos.
Um policial caminhava despreocupado em direção de seu carro, estacionado numa rua da movimentada cidade. De repente. Cinco tiros. Certeiros. Era a quarta vítima.
Dor!
Quatro inocentes e um assassino: Battisti.
Ao conceder refúgio ao assassino Battisti, condenado pelos tribunais italianos, o Ministro Tarso Genro e o Presidente Lula tripudiam sobre o povo italiano e sobre a memória de todos aqueles que um dia foram vitimados pela injustiça e pelo terror.
O terrorismo não tem ideologia. Não existe terrorismo de direita nem terrorismo de esquerda. Existe o terrorismo. E deve ser abominado e combatido por todos nós que defendemos a vida e a liberdade.
A defesa que Tarso, Lula e o PT fazem de Battisti não pode nos surpreender, no entanto. Basta relembrar o episódio dos atletas cubanos que durante os jogos pan-americanos abandonaram sua delegação. O governo brasileiro devolveu-os imediatamente a Cuba.
Relembremos o caso do ex-padre colombiano Olivério Medina, embaixador dos narcoterroristas das FARC junto ao governo Lula e palestrante na Universidade Federal de São Carlos. Além de obter refúgio político do governo brasileiro, foi presenteado com emprego para sua mulher numa secretaria junto à Presidência da República.
Existe uma evidente lógica em todos esses casos de amparo a criminosos neste governo Lula que, não duvidem, pode levar Fernandinho Beira Mar a arguir a condição de preso político, e quem sabe, receber polpuda indenização.
A lógica se afirma mais ainda quando ficamos sabendo que o advogado que defende Césare Battisti, é o mesmo que defendeu Daniel Dantas e Silvio Lancelotti. É o mesmo que defendeu o PT envolvido no caso do assassinato do prefeito Celso Daniel. É bom que se diga que os familiares do prefeito tiveram que deixar o país que, em nenhum momento, garantiu-lhes a integridade física e moral ameaçada.
Envolvido nos escândalos na Lubeca, de Daniel Dantas e de tantos outros, o advogado de Battisti foi, também, o defensor dos sequestradores do empresário Abílio Diniz.
A solidariedade do petismo com o lunpen-proletariado e com o crime organizado deformou um ideário que iludiu tanta gente honesta.
Mas toda essa afronta, toda essa valentia, se desmancha quando alguém propõe examinar o passado político do país e investigar os crimes cometidos pelo regime militar. Com medo da farda, esses brancaleones de estrela no peito omitem-se. Oxalá tivessem a hombridade dos chilenos e dos argentinos! Esses não exitaram e revolver suas vísceras políticas.
Pena que no Brasil pouco se discuta essas questões. O povo se mobiliza por paixões. Quando as paixões são vitimadas pela violência, a compreensão da gravidade aflora. Se a Itália, por represália tivesse cancelado o jogo amistoso contra o Brasil, em Londres, o caso Battisti alcançaria as ruas e seria debatido em cada esquina.
Crime, de fato, cometeu o caseiro Francelino. Coitado. Foi honesto.
Ele é que devia pedir asilo político.

Azuaite Martins de França é presidente do PPS de São Carlos (SP), formado em Letras e Ciências Sociais pela UNESP, Advogado, Diretor do CPP e Presidente do Conselho Estadual de Alimentação Escolar do Estado de São Paulo.









Ainda bem que twmos algumas cabeças pensantes!(Daidy)RESSURGÊNCIAS DO FASCISMO III


Azuaite Martins de França

Se eu quiser criar um deus...


O povo, quando desesperado, tende a buscar no sobrenatural a solução para seus problemas. Só isso explica, por exemplo, o costume das apostas nas loterias e no jogo do bicho. Pode-se não ter dinheiro para nada, mas, para o jogo, sempre se dá um jeitinho.


É dessa fé que se nutrem os manipuladores do povo.


Existem duas formas clássicas de dominação: pela força e pelo convencimento.


O domínio pela força desperta insatisfações e tende a se esgotar com o tempo. Subentende o uso da força física para reprimir os adversários.


O domínio pelo convencimento é mais complexo, porém duradouro. Pressupõe a violência cultural e intelectual. Determina a perda das referências do povo e, consequentemente, sua capacidade de pensar.


É assim que se domestica!


Para submeter um povo é preciso muita habilidade e carisma.


Carisma não se encontra pronto. Carisma é resultado de um longo trabalho de propaganda.


O líder carismático enxerga-se acima do bem e do mal, acima da lei, acima dos homens. Exige admiração e culto a sua personalidade.


Para garantir a eficácia da dominação, é necessário o respaldo de um Partido Único. E é preciso, desmoralizar os demais partidos, dissolver sua ideologia e formatá-los num bloco: a base governista.


Por meio de intensa propaganda o partido acaba se convertendo em objeto de desejo. Assim, consegue recrutar na massa de desiludidos os mais ingênuos, os mais irados e os mais gananciosos.


Batizado, o dominado assume a postura de dominador. Cruel. Despótico. Prepotente. Perpetra as ordens que recebe. E torna-se agente de propaganda.


Dizer verdades é perigoso. Melhor é repetir mentiras até que se tornem verdades.


De mentira em mentira constrói-se um escudo de proteção. O líder torna-se intocável. E, como um reizinho mimado, não deve ser contrariado.


Assim, concessões de rádios e de TVs são distribuídas a quem se amolda à política de propaganda.


Proibe-se a liberdade de expressão. A imprensa séria é monitorada e submetida à censura. Jornalistas sofrem patrulhamento.


Tudo por uma “causa justa”: glorificar um micro-deus a ponto de filmar-lhe a vida e exibi-la nos cinemas de todo o país, nos sindicatos, centros comunitários, etc.


E, como qualquer arremedo de um deus, deve parecer temido e generoso. Com a mão direita pune os justos, com a esquerda protege mensaleiros. Em troca de devoções e votos distribui cartões do bolsa família aos pobres e lucros sem limites aos banqueiros.


“ A quem se deve dirigir a propaganda, aos intelectuais ou à massa menos culta? A propaganda sempre terá de ser dirigida à massa!”


“ A capacidade de compreensão do povo é muito limitada, mas em compensação, a capacidade de esquecer é grande!” – Adolf Hitler – Minha Luta


A cada momento da vida política brasileira atual, colhem-se mais evidências e semelhanças com modelos que a democracia quer evitar. São novas ressurgências do fascismo.

Azuaite Martins de França, presidente do PPS, formado em Letras e Ciências Sociais pela UNESP, Advogado, Diretor do CPP e Presidente do Conselho Estadual de Alimentação Escolar do Estado de São Paulo – contatos: azuaite.franca@terra.com.br.



















Bolsa- Bandido!
O circo está armado é nós somos os palhaços... eh! eh!

Parece brincadeira, mas é verdade!!!!! Entrem na página do INSS e confiram.
Programa Bolsa-Marginal
Repassando....Atenção as eleições estão aí!!!
BRASIL ! ...ZIL ! ....ZIL !
Programa Bolsa-Marginal ?

Você sabia que todo presidiário com filhos tem uma bolsa para sustentar a família, dado pelo INSS, pois o coitadinho não pode trabalhar para sustentar os filhos porque está preso?
Chama-se "Auxílio-reclusão" e, pasmem... quem for preso a partir de 01/12/2009, receberá R$752,12 (SETECENTOS E CINQUENTA E DOIS REAIS E DOZE CENTAVOS, mas quanto está o salário
mínimo mesmo, para aqueles que trabalham honestamente????

O valor do auxílio-reclusão corresponde ao equivalente a 100% do salário-de-benefício


PERÍODO SALÁRIO-DE-CONTRIBUIÇÃO TOMADO EM SEU VALOR MENSAL
De 1º/6/2003 a 31/4/2004 R$ 560,81 - Portaria nº 727, de 30/5/2003
De 1º/5/2004 a 30/4/2005 R$ 586,19 - Portaria nº 479, de 7/5/2004
De 1º/5/2005 a 31/3/2006 R$ 623,44 - Portaria nº 822, de 11/5/2005
De 1º/4/2006 a 31/3/2007 R$ 654,61 - Portaria nº 119, de 18/4/2006
De 1º/4/2007 a 29/2/2008 R$ 676,27 - Portaria nº 142, de 11/4/2007
De 1º/3/2008 a 31/1/2009 R$ 710,08 [WINDOWS-1252?]– Portaria nº 77, de 11/ 3/2008
A partir de 1º/2/2009 R$ 752,12 [WINDOWS-1252?]– Portaria nº 48, de 12/2/2009
O salário-de-benefício corresponde à média dos 80% do maior salários-de-contribuição do período contributivo, a contar de julho de 1994.
Para o segurado especial (trabalhador rural), o valor do auxílio-reclusão será de um salário-mínimo, se o mesmo não contribuiu facultativamente.

É real!!!! Se você quiser tire a dúvida neste "site" : http://www.previdenciasocial.gov.br/conteudoDinamico.php?id=22


Pergunta que não quer calar:
 1: Por acaso os filhos do sujeito que foi morto pelo coitadinho que está preso recebem uma bolsa para seu sustento?
Pergunta que não quer calar 2: Já viu algum defensor dos Direitos Humanos defendendo esta bolsa
para os filhos das vítimas?
Pergunta que não quer calar 3: Quem foi mesmo o candidato que mereceu o seu voto? Não lembra...?
Lamentável.
É por isso que a criminalidade não diminui, mate, assalte, roube !
seja injusto com a sociedade. Pelo visto é muito mais vantajoso, pois você terá dinheiro preso ou não...
Garanta já a sua Bolsa - Bandido...!











16 de fevereiro de 2010

Ainda há tempo de participar!
caros amigos e amigas

iniciamos na quarta-feira passada o curso ciencias do espirito e animagogia.
No primeiro encontro abordamos as diferenças entre a mediunidade e a doutrina espírita, esclarecendo que a mediunidade é um fenômeno universal, encontrado em todas as sociedades e em todos os tempos. Já a doutrina espírita é a filosofia sistematizada por Allan kardec, em meados do século XIX, através da consulta aos espíritos.
Vimos também alguns dos ensinamentos dos espíritos que formam a doutrina espírita, presentes em O livro dos espíritos:
questão 01 - Deus: inteligência suprema e causa primária de todas as coisas.
questão 10 - que os seres humanos não tem o sentido para compreender a natureza intrinseca de Deus.
questão 27 - o universo é feito do principio material e do principio inteligente. Do primeiro, resulta toda a matéria; do segundo, originam os espíritos. E acima de tudo está Deus.
questão 30 - a matéria resulta de um único elemento material (a matéria primitiva ou fluido cósmico universal). E a diversidade de sons, sabores, odores etc. são criadas pelos orgãos de percepção.
questão 36 - Não existe o vazio absoluto. O que parece vazio para nós está ocupado por matéria não percebida pelos sentidos ou pelos instrumentos humanos.
questão 55 - a vida existe em todos os orbes. Todos são habitados e a Terra é um dos mais inferiores.
questão 85 - O mundo espirital é mais importante que o material. Ele pré-existe e sobrevive a tudo.
questão 88 - o espírito para nós (encarnados) não é nada. Mas eles são um clarão, uma luz que vai do escuro ao brilho do rubi, de acordo com a sua evolução.
questão 91 - A matéria não oferece obstáculo para os espíritos. Eles penetram tudo (água, fogo ...).
Na aula seguinte, amanhã, dia 17/02, vamos ver as questões 118, 126, 132, 154, 166 e outras...
O curso tem 60 horas de duração e acontece às quartas-feiras, das 9 às 11 horas.
local: Rua 9 de julho, 1380, sala 15.
aproveito para divulgar dois audios em que um preto-velho fala sobre mal de alzheimer, material que comentei na primeira aula:
parte 1 - http://www.youtube.com/watch?v=xfsfbAoG5-k
parte 2 - http://www.youtube.com/watch?v=EOm9iZYi_TQ
abraços, Adilson.






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13 de fevereiro de 2010

Quarta-Feira, 10/02/10

É com muito otimismo, muita esperança e muito entusiasmo que lancei ontem na Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), entidade que tenho a honra de presidir, o Observatório das Inseguranças Jurídicas no Campo.
O direito de propriedade, a segurança jurídica e o Estado de Direito são condições de uma sociedade livre. Por meio do observatório, vamos formar um núcleo de estudos estratégicos para consolidar dados e análises sobre invasões de propriedades rurais em todo o país.
Além das injustiças e da violência contra os produtores, vamos mostrar ao país os prejuízos que temos com as violações à Constituição. Precisamos saber quantos empregos são eliminados e o valor de produção perdido por conta das invasões de terras ou dos litígios agrários.
Acompanharemos o Estado de Direito no campo. Nesse sentido, concluímos um amplo mapeamento da situação jurídica no meio rural em quatro estados – Bahia, Maranhão, Mato Grosso e Pará e vamos ampliar a avaliação gradativamente para as 27 unidades da Federação.
Estamos preocupados com o destino do país. O observatório apresentará ainda o quadro completo dos pedidos de reintegração de posse e o tempo de tramitação desses pedidos, além do índice de cumprimento das decisões judiciais pelos governos estaduais.
Precisamos de instrumentos jurídicos confiáveis. As decisões dos juízes nem sempre põem fim aos problemas dos proprietários que têm as terras invadidas. No estado do Pará, por exemplo, existem mais de 100 ordens de reintegração de posse que não foram cumpridas. E, no primeiro levantamento que fizemos sobre a situação do estado de Mato Grosso, verificamos que ali existem 2 milhões de hectares de terras em litígio.
Estou falando de áreas invadidas em que o dono não consegue a reintegração de posse. Áreas em que a Justiça concedeu a reintegração, mas ela não foi executada pela Polícia Militar. E áreas em que a liminar foi concedida e executada, mas o processo não andou, não houve sentença final. Nosso observatório vai mostrar as perdas que isso significa para o país, em termos de produção de grãos, leite e carne, além dos empregos.
Não podemos esquecer que nada dá a ninguém o direito de desobedecer à lei. Se há irregularidades sobre a titularidade de terras, por exemplo, a decisão sobre o caso tem de ser do Judiciário, não de grupos armados e criminosos que se dizem movimentos sociais. Esses grupos não são o Judiciário e não receberam delegação para executar penalidades que nem sequer existem.
Existe um compromisso claro da maioria dos brasileiros com os direitos daqueles que, no campo, efetivamente trabalham dentro da lei e da Constituição. Essa é a mensagem de todas as pesquisas de opinião pública, onde a quase totalidade da população condena o desrespeito às leis e reitera a defesa dos princípios sobre os quais se assenta a democracia brasileira.
Atos criminosos, praticados por qualquer pessoa, devem ser tratados como são: crimes contra a ordem pública. A invasão de propriedades – que grupos armados que se dizem trabalhadores rurais sem terra insistem em praticar — é crime inequívoco. Crimes contra os proprietários e contra o Brasil porque lançam nosso país no atraso.
O direito de propriedade foi um dos maiores avanços da civilização. Sua criação, na Europa medieval, teve o grande marco na revolução inglesa de 1688, que aboliu o poder do rei para demitir juízes e confiscar bens. O Parlamento deu independência ao Judiciário e aprovou leis definindo direitos de propriedade. Foi aí que surgiu o Estado contemporâneo.
A Revolução Francesa definiu o direito de propriedade como um direito humano por excelência. Os frutos do esforço individual pertencem aos que o empreendem, sem risco de confisco por reis absolutistas ou regimes autoritários. Essa é a regra da civilização.
Ao Estado democrático cumpre o dever de combater a violência para garantir o direito de propriedade. E só nessas condições é que as populações avançam. O comunismo, que insistiu no fim da livre-iniciativa e da propriedade privada, representou um dos maiores desastres da história.
Nosso observatório pretende colaborar para restaurar o direito de propriedade no campo. Os produtores de alimentos querem lei e justiça para trabalhar e produzir. Nosso desejo é seguir fazendo o que sabemos fazer de melhor: alimentos seguros, ou seja, comida barata e de qualidade para diminuir o número de pessoas que passam fome, reduzir a pobreza e construir um país melhor para todos nós, brasileiros.
Kátia Abreu é Senadora (DEM-TO) e Presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA)
Saudações e agradecimentos, da Daidy!
Reconheço que sou uma chata! meus textos são críticos nada de piadinhas e de divertimentos. Sou pela ética...tão esquecida nos tempos de hoje!
Mas, vale a pena!!
Alguém me segue e gostaria que Ana Marly Jacobino e Mara R.B., me escrevessem , já que são minhas seguidoras, em Nosso Blog.
Meu e-mail é: daidypeterlevitz@hotmail.com
Abração da Daidy.
Você é nosso convidado especial!
Não se esqueça de doar um litro de leite longa vida para o Fundo Social.
Mais informações clicando aqui.


12 de fevereiro de 2010


Atuação

Telefonia Computadorizada e desenvolvimento de Softwares de alta complexidade.
Perfil da Empresa
A SAAT é uma empresa com grande experiência e competência em integrar o telefone e o fax ao mundo dos PCs.
Além dos produtos, a SAAT é conhecida pelo seu suporte àqueles que desejam atuar neste novo e rentável segmento de mercado, facilitando a transição dos desenvolvedores de Software para dentro da Telefonia Computadorizada.
A SAAT também desenvolve Softwares complexos sob medida para resolver seu problema.

CPP notícias‏

 

 

Como sair de Repente para Kagar!‏


BBB 10: Putaria ao vivo!!!
Que me perdoem os ávidos telespectadores do Big Brother Brasil (BBB), produzido e organizado pela nossa distinta Rede Globo, mas conseguimos chegar ao fundo do poço. A décima (está indo longe) edição do BBB é uma síntese do que há de pior na TV brasileira. Chega a ser difícil encontrar as palavras adequadas para qualificar tamanho atentado à nossa modesta inteligência.
Dizem que Roma, um dos maiores impérios que o mundo conheceu, teve seu fim marcado pela depravação dos valores morais do seu povo, principalmente pela banalização do sexo. O BBB 10 é a pura e suprema banalização do sexo. Impossível assistir ver este programa ao lado dos filhos. Gays, lésbicas, heteros... todos na mesma casa, a casa dos “heróis”, como são chamados por Pedro Bial. Não tenho nada contra gays, acho que cada um faz da vida o que quer, mas sou contra safadeza ao vivo na TV, seja entre homossexuais ou heterosexuais. O BBB 10 é a realidade em busca do IBOPE: é putaria ao vivo!!!
Veja como Pedro Bial tratou os participantes do BBB 10. Ele prometeu um “zoológico humano divertido” . Não sei se será divertido, mas parece bem variado na sua mistura de clichês e figuras típicas.
Se entendi corretamente as apresentações, são 15 os “animais” do “zoológico”: o judeu tarado, o gay afeminado, a dentista gostosa, o negro com suingue, a nerd tímida, a gostosa com bundão, a “não sou piranha mas não sou santa”, o modelo Mr. Maringá, a nordestina sorridente, a lésbica convicta, a DJ intelectual, o carioca marrento, o maquiador drag-queen e a PM que gosta de apanhar (essa é para acabar!!!)
Pergunto-me, por exemplo, como um jornalista, documentarista e escritor como Pedro Bial que, faça-se justiça, cobriu a Queda do Muro de Berlim, se submete a ser apresentador de um programa desse nível. Em um e-mail que recebi há pouco tempo, Bial escreve maravilhosamente bem sobre a perda do humorista Bussunda referindo-se à pena de se morrer tão cedo. Eu gostaria de perguntar se ele não pensa que esse programa é a morte da cultura, de valores e princípios, da moral, da ética e da dignidade.
Outro dia, durante o intervalo de uma programação da Globo, um outro repórter acéfalo do BBB disse que, para ganhar o prêmio de um milhão e meio de reais, um Big Brother tem um caminho árduo pela frente, chamando-os de heróis. Caminho árduo? Heróis? São esses nossos exemplos de heróis?
Caminho árduo para mim é aquele percorrido por milhões de brasileiros, profissionais da saúde, professores da rede pública (aliás, todos os professores) , carteiros, lixeiros e tantos outros trabalhadores incansáveis que, diariamente, passam horas exercendo suas funções com dedicação, competência e amor e quase sempre são mal remunerados. .
Heróis são milhares de brasileiros que sequer tem um prato de comida por dia e um colchão decente para dormir, e conseguem sobreviver a isso todo santo dia.
Heróis são crianças e adultos que lutam contra doenças complicadíssimas porque não tiveram chance de ter uma vida mais saudável e digna.
Heróis são inúmeras pessoas, entidades sociais e beneficentes, ONGs, voluntários, igrejas e hospitais que se dedicam ao cuidado de carentes, doentes e necessitados (vamos lembrar de nossa eterna heroína Zilda Arns).
Heróis são aqueles que, apesar de ganharem um salário mínimo, pagam suas contas, restando apenas dezesseis reais para alimentação, como mostrado em outra reportagem apresentada meses atrás pela própria Rede Globo.
O Big Brother Brasil não é um programa cultural, nem educativo, não acrescenta informações e conhecimentos intelectuais aos telespectadores, nem aos participantes, e não há qualquer outro estímulo como, por exemplo, o incentivo ao esporte, à música, à criatividade ou ao ensino de conceitos como valor, ética, trabalho e moral. São apenas pessoas que se prestam a comer, beber, tomar sol, fofocar, dormir e agir estupidamente para que, ao final do programa, o “escolhido” receba um milhão e meio de reais. E ai vem algum psicólogo de vanguarda e me diz que o BBB ajuda a "entender o comportamento humano". Ah, tenha dó!!!
Veja o que está por de tra$$$$$$$$$ $$$$$$$ do BBB: José Neumani da Rádio Jovem Pan, fez um cálculo de que se vinte e nove milhões de pessoas ligarem a cada paredão, com o custo da ligação a trinta centavos, a Rede Globo e a Telefônica arrecadam oito milhões e setecentos mil reais. Eu vou repetir: oito milhões e setecentos mil reais a cada paredão.
Já imaginaram quanto poderia ser feito com essa quantia se fosse dedicada a programas de inclusão social, moradia, alimentação, ensino e saúde de muitos brasileiros?
(Poderia ser feito mais de 520 casas populares; ou comprar mais de 5.000 computadores)
Essas palavras não são de revolta ou protesto, mas de vergonha e indignação, por ver tamanha aberração ter milhões de telespectadores.
Em vez de assistir ao BBB, que tal ler um livro, um artigo de Jabor, um poema de Mário Quintana ou de Neruda ou qualquer outra coisa..., ir ao cinema..., estudar... , ouvir boa música..., cuidar das flores e jardins... , telefonar para um amigo... , visitar os avós... , pescar..., brincar com as crianças... , namorar... ou simplesmente dormir. Assistir ao BBB é ajudar a Globo a ganhar rios de dinheiro e destruir o que ainda resta dos valores sobre os quais foi construído nossa sociedade.

Faça sua parte !!!

11 de fevereiro de 2010

A Evolução da Educação

Antigamente se ensinava e cobrava tabuada, caligrafia, redação, datilografia...
Hzavia aulas de Educação Física, Moral e Cívica, Práticas Agrícolas, Práticas Industriais e cantava-se o Hino Nacional, hasteando a Bandeira Nacional antes de iniciar as aulas.
Leiam relato de uma Professora de Matemática:
Semana passada comprei um produto que custou R$15,80.


Dei à balconista R$ 20,00 e peguei na minha bolsa 80 centavos, para evitar receber ainda mais moedas. A balconista pegou o dinheiro e ficou olhando para a máquina registradora, aparentemente sem saber o que fazer.Tentei explicar que ela tinha que me dar 5,00 reais de troco, mas ela não se convenceu e chamou o gerente para ajudá-la.
Ficou com lágrimas nos olhos enquanto o gerente tentava explicar e ela aparentemente continuava sem entender.
Por que estou contando isso? Porque me dei conta da evolução do ensino de matemática desde 1950, que foi mais ou menos assim:
Ensino de matemática em 1950:


Um lenhador vende um carro de lenha por R$100,00. O custo deprodução é igual a 4/5 do preço de venda. Qual é o lucro?


Ensiino de matemática em 1970:


Um lenhador vende um carro de lenha por R$100,00. O custo de produção é igual a 4/5 do preço de venda ou R$80,00. Qual é o lucro?
Ensino de matemática em 1980:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$100,00. O custo de produção é R$80,00. Qual é o lucro?
Ensino de matemática em 1990:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$100,00. O custo de produção é R$80,00. Escolha a resposta certa, que indica o lucro:


( )R$ 20,00 ( )R$40,00 ( )R$60,00 ( )R$80,00 ( )R$100,00
Ensino de matemática em 2000:


Um lenhador vende um carro de lenha por R$100,00. O custo de produção é R$80,00. O lucro é de R$20,00.
Está certo?

( )SIM ( ) NÃO
Ensino de matemática em 2009:


Um lenhador vende um carro de lenha por R$100,00. O custo de produçãoé R$80,00. Se você souber ler coloque um X no R$20,00.


( )R$20,00 ( )R$40,00 ( )R$60,00 ( )R$80,00 ( )R$100,00

Em 2010 vai ser assim:


Um lenhador vende um carro de lenha por R$100,00. O custo de produçãoé R$80,00. Se você souber ler coloque um X no R$20,00. (Se você é afrodescendente, especial, indígena ou de qualquer outra minoria social não precisa responder)


( )R$20,00 ( )R$40,00 ( )R$60,00 ( )R$80,00 ( )R$100,00
E se um moleque resolve pichar a sala de aula e a professora faz com que ele pinte a sala novamente, os pais ficam enfurecidos pois a professora provocou traumas na criança, e a professora é punida administrativa e criminalmente...
Em 1969 os pais do aluno perguntavam ao aluno: "Que notas são estas...????


Em 2009 os pais do aluno perguntam ao professor: "Que notas são estas...????
Essa frase foi vencedora em um congresso sobre vida sustentável:
"Todo mundo pensa em deixar um planeta melhor para nossos filhos...


Quando é que pensarão em deixar filhos melhores para o nosso planeta?"
Passe adiante!
Precisamos começar JÁ!
Uma criança que aprende o respeito e a dignidade dentro de casa e recebe o exemplo vindo de seus pais, torna-se um adulto comprometido em todos os aspectos, inclusive em respeitar o planeta onde vive....


















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E-mail verificado pelo Terra Anti-Spam
"Existem apenas duas maneiras de ver a vida. Uma é pensar que não existem milagres e a outra é que tudo é um milagre."
"A mente que se abre a uma nova idéia jamais voltará ao seu tamanho original."

10 de fevereiro de 2010

O Leão e o Cabrito de Esopo.


Daidy Peterlevitz

Esopo foi um escravo contador de história que viveu na Grécia Antiga, entre os anos de 620 – 560 a.C. Bem antes do filósofo Sócrates, lembra-se? Aquele que tinha, no Oráculo de Delfos a célebre frase: “Conhece-te a ti mesmo”.


Voltemos ao Esopo, o contado de histórias. A ele se atribui a autoria de mais de 360 fábulas. A fábula é um conto de moralidade popular, uma lição simples de justiça ou de injustiça. Esopo personificava animais, que eram seus protagonistas. Nos meus belos tempos de ginásio, a professora de Latim usava e abusava das Fábulas de Esopo e...sabe,acabei ficando com aquele “gostinho” pela justiça., brigando sempre e até defendendo o Serra que nem é meu candidato!


Você diria: Vai fazer tricô e crochê! Eu faço isso e também ensino o arraiolo, mas não me basta! Sou uma cidadã!!


Este ano eleitoral é de extrema importância a todos os brasileiros que pagam as contas e péssimos serviços recebem. Há.muitos Leões em nosso caminho; é nosso direito e dever vigiar as atitudes dos candidatos, que, ainda, nos pensam uma nação de idiotas. Não somos, vamos à fábula:


Um dia, o poderoso Leão, todo juba, foi saciar a sede num riacho de límpidas águas..Um sedento Cabrito, postou-se bem abaixo.Ao perceber o almoço, rugiu o Leão, tentando uma justificativa ao massacre:


- Por que turvas a água, a mim, que bebo?!


- Majestade, como posso turvar-lhe a água, se estou cá abaixo, por que faria isso o sr.comigo?


- Porque meu nome é Leão!! (E devorou a fraca presa.!!).


Fico imaginando que o forte e o fraco sejam universais, âmago na história de toda conquista e...devo repensar o caso Iran, tão superficialmente (aliás, como tudo), tratado pela grande mídia e...talvez o Iran, tão perto do poderoso EUA só esteja mostrando a força das armas para não se transformar num novo Haiti...


Por falar em Haiti, eu não fiquei sabendo quanto dinheiro o Papa enviou lá. Lógico que ele enviou, porque foi dos primeiros a recomendar à comunidade internacional que...”fosse rápida e generosa”! Se souber, me conta, por favor.


Estou chateada, pela decepção com pessoa culta, importante, que já apreciei muito. Nem sei se devo contar, mas, como isso pode ocorrer em qualquer cidade neste ano de eleições, sinto-me cidadã que há anos desfruta de espaço nesses valorosos jornais todos e vou dividir.Dividir para somar as vozes e dizer aos candidatos políticos que não somos a nação de idiotas e que exigimos não ataques mesquinhos ao pretenso inimigo. Exigimos propostas sérias, objetivas, sobre o quê pretende fazer, se eleito, como irá fazer isso e quanto vai custar a nós, que pagamos tudo! De artimanhas e mesquinhez...as novelas da Globo vão bem, obrigada e se bastam. Não precisam do concurso de políticos!


Essa pessoa culta e importante que me decepciona é o dr. Newton Lima, ex-prefeito, ex-reitor da UFSCAR. Já é a segunda vez que ele tenta (como se não tivesse brilho próprio), apagar o brilho do Serra e, lhes garanto, meus leitores, que Serra nem é meu candidato. Apenas, depois de estudar todas aquelas fábulas de Esopo, e, em Latim por cima, ficou-me aquela inquietante obrigação frente à injustiça. Injustiça que dr. Newton faz, pela segunda vez.


A primeira foi porque achou e publicou que Serra era anti-democrático, quando ousou não obedecer à indicação acadêmica, de um entre três nomes à Reitoria da UFSCAR. E insistia nisso batia mesmo, até quando um categorizado cidadão lhe barrou a palavra, argumentando que, nas Universidades...no meio “acadêmico” o processo de indicação de nomes estava...muito longe de ser democrático!


Pois é. Dr. Newton, tanto fora como dentro das universidades...a força do Leão tenta mostrar a força. É ou não é? Democracia...ora pois!...


Agora, ei-lo de volta, o ex-prefeito Newton Lima, investido contra o Serra, por causa das enchentes em S.Paulo e...até o Datena sabe que elas ocorrem há 100 anos!


Dr. Newton será candidato a Dep Estadual? Tem direito, mas que não vá à Assembléia dizer dos feitos em S.Carlos.. Diga seu programa, dali para a frente, porque, os feitos de antes, eram sua obrigação constitucional e já foi pago pelo povo. Preciso lhe relembrar o artigo dela? Felizmente, em S.Carlos temos outras opções, como a professora Julieta Lui e o nome de um “gentleman” para deputado: Azuaite Martins de França. De qual partido? Não sei, ele é um “gentleman” e isso me basta. Gentleman não rebaixa os outros, para subir. Gentleman faz auto-crítica, reconhece e tenta diminuir as falhas, melhorar as qualidades.


Sinto muito, dr. Nilton Lima: “Amicus Platus, sed magis amica veritas!


daidypeterlevitz@hotmail.com









Uta méia!

Acabo de reber e-mail do grande jornalista Michel Lacombe, que me afirma serem as reações de Newton Lima, apenas uma resposta ao Serra, que o teria acusado de não gerir bem a cidade!
Ele geriu bem.
E aguardo a possibilidade em passar isso a limpo, lógico, com a ajuda da amigo Lacombe.
É que o texto explicativo não comportou "o selecionar, copiar e colar" em Nosso blog.
Aguardo a ajuda do sr. Michel Lacombe.
Não gosto de ser injusta e receberei muitas críticas, lógico. Administro bem isso.
Meu abraço, Daidy.
Erótico....

Em um momento de descontração, o grande poeta Carlos Drummond de Andrade escreveu:
'Satânico é meu pensamento a teu respeito, e ardente é o meu desejo de apertar-te em minha mão,
numa sede de vingança incontestável pelo que me fizeste ontem.
A noite era quente e calma e eu estava em minha cama, quando, sorrateiramente, te aproximaste.
Encostaste o teu corpo sem roupa no meu corpo nu, sem o mínimo pudor!
Percebendo minha aparente indiferença,  aconchegaste-te a mim e  mordeste-me sem escrúpulos.
Até nos mais íntimos lugares.
Eu adormeci.
Hoje quando acordei, procurei-te numa ânsia ardente,  mas em vão.
Deixaste em meu corpo e no lençol, provas irrefutáveis do que entre nós ocorreu durante a noite.
Esta noite recolho-me mais cedo, para na mesma cama te esperar.
Quando chegares, quero te agarrar com avidez e força.
Quero te apertar com todas as forças de minhas mãos.
Só descansarei quando vir sair o sangue quente do seu corpo.
Só assim, livrar-me-ei de ti... PERNILONGO FILHO DA PUTA!





Eu gosto e admiro muito quem planta ! aprendi a ver o valor disso, com meu vô Giuseppe Gazzetta que, no quintal, plantava horta e alimentava todos os filhos (12!), mais eu,meu irmão, órfãos de pai.Esse é um sentimento subjetivo,meu.Olhando mais amplamente, todo esse pessoal que planta, faz 30% do PIB nacional.Razão demais para eu postar isso em Nosso Blog.Daidy.
Justiça: direito de todos

Kátia Abreu*
Quarta-Feira, 10/02/10


É com muito otimismo, muita esperança e muito entusiasmo que lancei ontem na Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), entidade que tenho a honra de presidir, o Observatório das Inseguranças Jurídicas no Campo.

O direito de propriedade, a segurança jurídica e o Estado de Direito são condições de uma sociedade livre. Por meio do observatório, vamos formar um núcleo de estudos estratégicos para consolidar dados e análises sobre invasões de propriedades rurais em todo o país.
Além das injustiças e da violência contra os produtores, vamos mostrar ao país os prejuízos que temos com as violações à Constituição. Precisamos saber quantos empregos são eliminados e o valor de produção perdido por conta das invasões de terras ou dos litígios agrários.

Acompanharemos o Estado de Direito no campo. Nesse sentido, concluímos um amplo mapeamento da situação jurídica no meio rural em quatro estados – Bahia, Maranhão, Mato Grosso e Pará e vamos ampliar a avaliação gradativamente para as 27 unidades da Federação.
Estamos preocupados com o destino do país. O observatório apresentará ainda o quadro completo dos pedidos de reintegração de posse e o tempo de tramitação desses pedidos, além do índice de cumprimento das decisões judiciais pelos governos estaduais.

Precisamos de instrumentos jurídicos confiáveis. As decisões dos juízes nem sempre põem fim aos problemas dos proprietários que têm as terras invadidas. No estado do Pará, por exemplo, existem mais de 100 ordens de reintegração de posse que não foram cumpridas. E, no primeiro levantamento que fizemos sobre a situação do estado de Mato Grosso, verificamos que ali existem 2 milhões de hectares de terras em litígio.

Estou falando de áreas invadidas em que o dono não consegue a reintegração de posse. Áreas em que a Justiça concedeu a reintegração, mas ela não foi executada pela Polícia Militar. E áreas em que a liminar foi concedida e executada, mas o processo não andou, não houve sentença final. Nosso observatório vai mostrar as perdas que isso significa para o país, em termos de produção de grãos, leite e carne, além dos empregos.
Não podemos esquecer que nada dá a ninguém o direito de desobedecer à lei. Se há irregularidades sobre a titularidade de terras, por exemplo, a decisão sobre o caso tem de ser do Judiciário, não de grupos armados e criminosos que se dizem movimentos sociais. Esses grupos não são o Judiciário e não receberam delegação para executar penalidades que nem sequer existem.

Existe um compromisso claro da maioria dos brasileiros com os direitos daqueles que, no campo, efetivamente trabalham dentro da lei e da Constituição. Essa é a mensagem de todas as pesquisas de opinião pública, onde a quase totalidade da população condena o desrespeito às leis e reitera a defesa dos princípios sobre os quais se assenta a democracia brasileira.

Atos criminosos, praticados por qualquer pessoa, devem ser tratados como são: crimes contra a ordem pública. A invasão de propriedades – que grupos armados que se dizem trabalhadores rurais sem terra insistem em praticar — é crime inequívoco. Crimes contra os proprietários e contra o Brasil porque lançam nosso país no atraso.

O direito de propriedade foi um dos maiores avanços da civilização. Sua criação, na Europa medieval, teve o grande marco na revolução inglesa de 1688, que aboliu o poder do rei para demitir juízes e confiscar bens. O Parlamento deu independência ao Judiciário e aprovou leis definindo direitos de propriedade. Foi aí que surgiu o Estado contemporâneo.

A Revolução Francesa definiu o direito de propriedade como um direito humano por excelência. Os frutos do esforço individual pertencem aos que o empreendem, sem risco de confisco por reis absolutistas ou regimes autoritários. Essa é a regra da civilização.

Ao Estado democrático cumpre o dever de combater a violência para garantir o direito de propriedade. E só nessas condições é que as populações avançam. O comunismo, que insistiu no fim da livre-iniciativa e da propriedade privada, representou um dos maiores desastres da história.
Nosso observatório pretende colaborar para restaurar o direito de propriedade no campo. Os produtores de alimentos querem lei e justiça para trabalhar e produzir. Nosso desejo é seguir fazendo o que sabemos fazer de melhor: alimentos seguros, ou seja, comida barata e de qualidade para diminuir o número de pessoas que passam fome, reduzir a pobreza e construir um país melhor para todos nós, brasileiros.

*Kátia Abreu é Senadora (DEM-TO) e Presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA)











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Daidy Peterlevitz é aposentada, com qualificação para lecionar desde a pré-escola ao Colegial (Matemática e Física).Tem trabalhos publicados na Antologia “A Pena e a Lua”, da APEBS - Associação dos poetas e escritores da Baixada Santista.É autora dos livros As Duas Faces da Mesma Moeda e Quatro Bruxas no Elevador, lançado na Bienal do Livro, em S.Paulo. É autora do projeto DEMBLI, que facilita a circulação de livros, em escolas sem bibliotecárias. Trabalha em seu projeto no qual afirma que o bebê pode e deve aprender a ler. Também fez parte do antigo "SEROP" que funcionava no G.E Oswaldo Cruz, em São Paulo, sob a direção do sr.Jocelyn Pontes Gestal. Era orientadora de Ciências. O grupo, estudava a filosofia e a pedagogia de mestres, preparava apostilas, ia à inúmeras escolas, em S.Paulo e arredores, levando orientação diretamente aos professores ou,se distante como Sta. Izabel, aos diretores, que as passavam aos professores. Atualmente, escreve para seis jornais e, a todos agradece pelo espaço cedido.

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