10 de fevereiro de 2010

Ola Daidy!

tudo bem?
talvez você já tenha recebido este email, mas o que me chamou a atenção é o fato de estarmos em ano eleitoral, criticamos com veemencia o que fazem de errado e não nos criticamos tanto, talvez nem um pouco, o que fazemos de errado, como está enumerado nas reflexões que seguem.
vejamos no que podemos mudar, para que possamos escolher politicos que tenham posturas e praticas mais dignas e éticas, tão necessarias e urgentes neste País.
abraços fraternais Celina

Assunto: Fw: Brasileiro... Reclamando de Quê?de quem mesmo?

" Tá " Reclamando do Lula? do Serra? da Dilma? do Arrruda? do Sarney? do Collor? Do Renan? do Palocci? do Kassab? do seu Prefeito? E você?
Brasileiro Reclama De Quê?
O Brasileiro é assim:

1. - Saqueia cargas de veículos acidentados nas estradas.
2. - Estaciona nas calçadas, muitas vezes debaixo de placas proibitivas.
3. - Suborna ou tenta subornar quando é pego cometendo infração.
4. - Troca voto por qualquer coisa: areia, cimento, tijolo, dentadura.
5. - Fala no celular enquanto dirige.
6. -Trafega pela direita nos acostamentos num congestionamento.
7. - Para em filas duplas, triplas em frente às escolas.
8. - Viola a lei do silêncio.
9. - Dirige após consumir bebida alcoólica.
0. - Fura filas nos bancos, utilizando-se das mais esfarrapadas desculpas.
11. - Espalha mesas, churrasqueira nas calçadas.
12. - Pega atestados médicos sem estar doente, só para faltar ao trabalho.
13. - Faz " gato " de luz, de água e de tv a cabo.
14. - Registra imóveis no cartório num valor abaixo do comprado, muitas vezes irrisórios, só para pagar menos impostos.
15. - Compra recibo para abater na declaração do imposto de renda para pagar menos imposto.
16. - Muda a cor da pele para ingressar na universidade através  do sistema de cotas.
17. - Quando viaja a serviço pela empresa, se o almoço custou 10 pede nota fiscal de 20.
18. - Comercializa objetos doados nessas campanhas de catástrofes.
19. - Estaciona em vagas exclusivas para deficientes.
20. - Adultera o velocímetro do carro para vendê-lo como se fosse pouco rodado.
21. - Compra produtos pirata com a plena consciência de que são pirata.
22. - Substitui o catalisador do carro por um que só tem a casca.
23. - Diminui a idade do filho para que este passe por baixo da roleta do ônibus, sem pagar passagem.
24. - Emplaca o carro fora do seu domicílio para pagar menos IPVA.
25. - Freqüenta os caça-níqueis e faz uma fezinha no jogo de bicho.
26. - Leva das empresas onde trabalha, pequenos objetos como clipes, envelopes, canetas, lápis.... como se isso não fosse roubo.
27. - Comercializa os vales-transporte e vales-refeição que recebe das empresas onde trabalha.
28. - Falsifica tudo, tudo mesmo... só não falsifica aquilo que ainda não foi inventado.
29. - Quando volta do exterior, nunca diz a verdade quando o fiscal aduaneiro pergunta o que traz na bagagem.
30. - Quando encontra algum objeto perdido, na maioria das vezes não devolve.

E quer que os políticos sejam honestos...
Brasileiro reclama de quê, afinal?
Vamos dar o bom exemplo!
Espalhe essa idéia!


"Fala-se tanto da necessidade deixar um planeta melhor para os nossos filhos e esquece-se da urgência de deixarmos filhos melhores (educados, honestos, dignos, éticos, responsáveis) para o nosso planeta, através dos nossos exemplos..."


Amigos!
A mudança deve começar dentro de nós, nossas casas, nossos valores, nossas atitude

9 de fevereiro de 2010

Michel Lacombe

O dia 27 de fevereiro de 1972 foi um dos mais tensos para a família Reyes. Lauriberto, o primogênito, havia sido morto aos 26 anos. Além do luto, os parentes tinham que dividir espaço do velório com agentes do Departamento de Ordem Política e Social (Dops) – em uma proporção de quase um para um – e se preocupar com o boato de que estudantes do Centro Acadêmico Armando de Salles Oliveira (Caaso), da USP São Carlos, iriam até o Cemitério Nossa Senhora do Carmo, na cidade do interior de São Paulo, roubar o corpo. O caixão foi colocado acima da visão das pessoas e quem quisesse dar a última olhada para Lauri precisava subir nas cadeiras.
Mas essa não era a única tragédia da família, que, apesar de ser de direita, possuía um filho que lutava contra a ditadura militar, instaurada no Brasil em 31 de março de 1964. Quatro anos antes, o pai de Lauriberto havia morrido em virtude de um atropelamento, em uma noite de outubro. Poderia até parecer uma sanção, um aviso; no entanto, era apenas coincidência.
Esse mesmo dia foi marcado pela primeira prisão de Lauri, em Ibiúna, no interior paulista, durante a realização do 30º Congresso da UNE (União Nacional dos Estudantes). Sob forte esquema de segurança, o filho voltou a São Carlos para se despedir do pai. A permissão só foi conseguida devido a amigos influentes, políticos da época, que de branda não tinha nada. Foi a última vez em que a família o viu com vida.
Algumas décadas depois, uma integrante da família que prefere não revelar sua identidade comenta o sentimento dos Reyes. No começo dos anos 70, ela era criança. Sua primeira lembrança de Lauriberto é a de um homem alto, cabelos ruivos e sério, um tipo não muito simpático. “Na verdade ele era baixo”, esclarece. “Até hoje a história não é comentada em família, pois traz lembranças dolorosas. Quando se fala disso, a história é tratada mais como a dor da perda, o quanto os familiares sofreram com isso.” A dor maior é a da mãe, dona Rosinha. A cabeleireira, antes risonha e serena, tornou-se uma pessoa triste, calada.
A verdade só foi revelada em 1979, ano do início da abertura política, marcado pela volta dos exilados. E veio através de uma prima de Lauriberto. Uma das histórias falava da casa onde ele, ainda criança, morou, nas esquinas das ruas Dona Alexandrina e General Osório, no centro de São Carlos. Antes, o mesmo local, que hoje dá lugar a um escritório despachante, era habitado pela família Reyes. Para perto dali havia se mudado um coronel reformado da Marinha, com o objetivo de conseguir informações sobre o cotidiano da família e, sobretudo, a respeito de Lauri. Logo após a mudança da família, o militar também foi embora.

Fachada do prédio onde a família Reyes morou no centro de São Carlos.

Após a primeira prisão de Lauriberto, Rosa, a mãe, mudou-se para um edifício, o mais antigo da cidade, nas esquinas da avenida São Carlos com a rua Padre Teixeira. As principais lembranças do espaço são a sala grande, a visão da janela para avenida principal da cidade e a comemoração do tricampeonato mundial da seleção brasileira na Copa do México, em 1970. Isso na consciência das crianças. Os adultos enfrentavam problemas: todas as pessoas que traziam qualquer tipo de pacote eram revistadas, por agentes ou pelo próprio porteiro.
A militância de Lauriberto começou em São Carlos, onde integrou o grêmio estudantil do colégio Diocesano La Salle. Aprovado no vestibular, seguiu para São Paulo, onde cursaria Engenharia na Escola Politécnica da USP. Graças às amizades influentes da família, que conseguiram trazê-lo para o velório do pai, algumas prisões foram evitadas. Também por meio delas, ele ficou escondido, após voltar de Cuba, onde passou alguns anos exilado. Para chegar até lá, participou, em novembro de 1969, do sequestro de um avião da Varig que fazia o trajeto Santiago/Buenos Aires e teve a rota desviada.
O fim da história de Lauriberto José Reyes aconteceu na capital paulista, à rua Serra de Botucatu, no bairro do Tatuapé (zona leste da cidade). “A notícia inicial foi que ele estava participando de uma situação de desordem e reagiu a uma ordem de prisão. Como estava sem documentos, foi morto. Mas para a família, foi uma emboscada. E na época, infelizmente, ele era tratado como bandido, terrorista, sequestrador”.
Essa, contudo, não foi a única perda que a família teve durante o período militar. Uma história que até hoje não foi esclarecida é a de um primo de Lauri, José Geraldo Levy, que morreu afogado no Rio de Janeiro, em 1971. “Ele era um bom nadador. A gente suspeita que essa também foi uma morte por questões políticas. Mesmo ele não sendo ativista, era muito falante.  Mas essa morte não se comenta. Para a família ficou como acidente, só que foi muito estranho”.
Após tantas décadas de silêncio e dor, dona Rosinha conseguiu um de seus maiores objetivos: resgatar a imagem de seu filho. O fato aconteceu quando o governo do então presidente Fernando Henrique Cardoso decidiu indenizar parentes de vítimas da ditadura militar. “Ele foi comprovadamente morto pela ditadura. E isso [o reconhecimento da autoria] foi muito importante, não pelo dinheiro, mas pelo nome. A maior dor da mãe era a situação de ele ser tratado como bandido”.

A pacata praça Lauriberto Reyes, em São Carlos.

Outra homenagem significativa e, por consequência, motivo de orgulho para dona Rosa foi a escolha, em 1997, do nome de Lauriberto José Reyes para uma praça tranquila e arborizada, entre os bairros Santa Marta e Jardim Centenário, em São Carlos. A homenagem veio de um projeto do então vereador Emerson Leal.
 A placa foi roubada, mas a família se orgulha do reconhecimento da história de Lauriberto.

A placa de bronze instalada na época não existe mais. Roubada não se sabe quando, ela foi encontrada e recolocada no mesmo local. Mas sumiu outra vez e nunca mais foi vista. Junto dessa, outra menor continha um poema escrito por Lauri. Para a família, o que importa é que a história do parente reconhecidamente morto pela ditadura foi reconstruída. “Hoje não nos preocupamos em saber o que aconteceu porque tudo está esclarecido. A história dele é conhecida e reconhecida”.

Alguns dados da reportagem foram obtidos do portal Desaparecidos Políticos (clique aqui para visitá-lo).

fonte: Site Jornalirismo
Fotos: Michel Lacombe

8 de fevereiro de 2010

RESSURGÊNCIAS DO FACISMO I


Azuaite Martins de França

Nada acontece por acaso. Muito menos na política.
As últimas decisões do governo brasileiro são extremamente preocupantes. As nuvens pesadas no céu da política prenunciam tempestade.
Cada vez mais, caminhamos para um Estado totalitário. Cada vez mais, encontramos forte semelhança com o processo italiano de criação do fascismo.


Lula quer ser igual a Vargas e Chávez. Mira-se no espelho de Perón, que se encantava com Franco e Mussolini.


Os descaminhos da esquerda nacional podem ser explicados a partir de 1.958.


Nesse ano, o Partido Comunista Brasileiro aprovou um documento conhecido como “Declaração de Março” que constitui o principal divisor de águas na esquerda brasileira.
Nela, o velho partidão decide que o caminho para transformar o país é a democracia. Com isso, o PCB rompe com os que defendiam a luta armada.


A coragem de dizer “não” à tradição golpista, dita revolucionária, custou caro ao PCB: perdeu inúmeros quadros e passou a ser perseguido pela esquerda e pela direita. A esquerda acusava-o de covarde e reformista. A direita compreendeu, de imediato, que a eficácia daquela decisão traria muito mais perigo aos conservadores.


Aprofundando sua política de alianças, o PCB empurrou as forças democráticas para a organização de campanhas vitoriosas. Foi assim que a ditadura militar foi minada e derrotada.


Mas não devemos nos esquecer que o esquerdismo infantil permaneceu de braços cruzados durante a campanha pela anistia, não ajudou Tancredo a derrotar os militares no Colégio Eleitoral e recusou-se a assinar a Constituição Cidadã de 1.988.


É por esse motivo que essa mesma esquerda, hoje no poder, se propõe revogar a Lei da Anistia, ao mesmo tempo que bajula a caserna e descumpre os preceitos constitucionais.


As ações do PCB, do PPS – seu herdeiro e sucessor – e de outras forças democráticas, ainda que não filiadas ao Partido, sempre foram sinceras.


Ao contrário disso, o esquerdismo golpista sempre se utilizou das instituições da democracia para conspirar contra ela.


A mais nítida ilustração disso é a discrepância abissal entre o ideário do PT na oposição e sua prática autoritária de governo imbuído em transformar o Estado democrático num Estado totalitário.


Quando faço tais afirmações, refiro-me ao partido em si, sem generalizações que atinjam a totalidade de seus membros, onde existem, ainda, brasileiros sérios e bem intencionados, iludidos, quase sempre.


Vejo nos métodos e nos objetivos do PT et caterva a ressurgência de aspectos de um fascismo reciclado. O Programa Nacional dos Direitos Humanos, por exemplo, é uma despudorada carta de intenções de um Governo corporativo e autoritário: consagra o desrespeito às decisões do judiciário, atenta contra o direito de propriedade, monitora a imprensa e restringe sua liberdade, entre outros tópicos.


Esse é apenas mais um capítulo de um projeto em que, mais importante que eleger um sucessor ao governo, é construir um Estado totalitário sem limites de poder.


Perto disso, Hugo Chávez ainda tem muito o que aprender.

Azuaite Martins de França, presidente do PPS, formado em Letras e Ciências Sociais pela UNESP, Advogado, Diretor do CPP e Presidente do Conselho Estadual de Alimentação Escolar do Estado de São Paulo – contatos: azuaite.franca@terra.com.br.
Ressurgências do Fascismo II


Azuaite Martins de França

Não importa o nome. O que importa é o projeto.
O projeto do PT é o Poder Total. Seu método cumpre o velho lema amoral: “a qualquer preço, a qualquer custo”.
José Dirceu é o autor do script. Lula e os demais interpretam o texto.
Em 1.966 foi criada, em Havana, a Organização Latino Americana de Solidariedade _ OLAS, com o propósito de lutar pela emancipação dos povos oprimidos da América. Não é preciso mencionar o fracasso da empreitada. Os propósitos, no entanto, não deixaram de ser discutidos em outros momentos, como, por exemplo, no chamado Foro de São Paulo, que sob a liderança do PT, reúne desde 1990, partidos políticos de diversos países, ONGs e grupos como as FARCs da Colômbia.


Chávez detém a hegemonia dessa política, mas aos poucos perde espaço para Lula, isto é, para o PT.
Para assumir esse papel, o PT foi beber na fonte de Mussolini, para delinear sua estratégia e suas táticas.


Não nos esqueçamos que o líder fascista é oriundo do socialismo italiano.
Enganam-se os ingênuos que supõem que o fascismo esteja morto e sepultado.
Ele ressurge em novos contextos, amolda-se, na aparência, à conjuntura, para afirmar-se na plenitude de seu caráter anti-democrático e totalitário.


Os cientistas políticos apontam o totalitarismo, o culto à personalidade, o corporativismo, o nacionalismo e militarismo expansionista como os traços mais fortes a caracterizar o fascismo.


Ao cotejar cada um desses conceitos com as ações políticas do governo petista, começa-se a perceber o quanto o país se aproxima de um monstro que não existe apenas no passado ou na ficção, mas que está aqui. Presente. Perigoso.


Totalitarismo é o Estado cujo poder não emana do povo, mas da burocracia. O Estado tem fim em si mesmo, subordina os indivíduos aos seus interesses e controla a vida política, social, econômica e cultural do país. “Tudo no Estado, nada fora do Estado, nada contra o Estado”. Esse era o lema do fascismo italiano. Antes disso, Luiz XIV, o Rei Sol, antecipava esse pensamento, numa síntese: “L’État c 'est moi!”. O Estado sou eu!
Lula veste esse figurino, colocando-se acima das pessoas, da lei e da moralidade.


A figura do chefe submete a representação legislativa e o poder judiciário à sua vontade própria. Mais que isso. Aparelha-os.


Não existe nenhum pudor em antecipar resultados de licitações ainda não iniciadas para a compra de aviões, pelo preço mais caro e pela tecnologia mais obsoleta. Quando o Tribunal de Contas da União determina a paralisação de obras irregulares, o Presidente não obedece. De que vale o Supremo Tribunal Federal julgar que o assassino Cesare Battisti deva ser extraditado?


O totalitarismo tupiniquim está estampado, também, no Programa Nacional de Direitos Humanos que pretende a punição de jornalistas e da mídia que discordem da política do PT.


A tentativa do terceiro mandato, a campanha eleitoral antecipada, a desmoralização dos partidos políticos, as iniciativas para a implantação de um regime de Partido Único, tudo isso, exibe novas ressurgências do fascismo.

Azuaite Martins de França, presidente do PPS, formado em Letras e Ciências Sociais pela UNESP, Advogado, Diretor do CPP e Presidente do Conselho Estadual de Alimentação Escolar do Estado de São Paulo – contatos: azuaite.franca@terra.com.br.









Internacionalizar a Amazônia?!!

SHOW DO MINISTRO BRASILEIRO DE EDUCAÇÃO NOS ESTADOS UNIDOS ..

(na verdade, ex-ministro; hoje senador).
Essa merece ser lida, afinal não é todo dia que um brasileiro dá um 'esculacho' educadíssimo nos americanos!

Durante debate em uma universidade, nos Estados Unidos, o ex-governador do DF,ex-ministro da educação e atual senador CRISTÓVAM BUARQUE, foi questionado sobre o que pensava da internacionalização da Amazônia.. O jovem americano introduziu sua pergunta dizendo que esperava a resposta de um Humanista e não de um brasileiro. Esta foi a resposta do Sr.Cristóvam Buarque:

  'De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a internacionalização da Amazônia. Por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse patrimônio, ele é nosso '. 'Como humanista, sentindo o risco da degradação ambiental que sofre a Amazônia, posso imaginar a sua internacionalização, como também de tudo o mais que tem importância para a humanidade'. 'Se a Amazônia, sob uma ética
humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro. O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazônia para o nosso futuro'. 'Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou diminuir a
extração de petróleo subir ou não o seu preço'. 'Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser internacionalizado. 'Se a Amazônia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não pode ser
queimada pela vontade de um dono, ou de um país'. 'Queimar a Amazônia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação'.
'Antes mesmo da Amazônia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo'. 'O Louvre não deve pertencer apenas à França. Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo gênio humano. Não se pode deixar esse patrimônio cultural, como o
patrimônio natural Amazônico, seja manipulado e instruído pelo gosto de um proprietário ou de um país'. 'Não faz muito, um milionário japonês,decidiu enterrar com ele, um quadro de um grande mestre.Antes
disso,aquele quadro deveria ter sido internacionalizado'.. 'Durante este encontro, as Nações Unidas estão realizando o Fórum do Milênio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em comparecer por
constrangimentos na fronteira dos EUA. Por isso, eu acho que Nova York, como sede das Nações Unidas, deve ser internacionalizada. Pelo menos Manhatan deveria pertencer a toda a humanidade'. 'Assim como Paris, Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife,cada cidade, com sua beleza específica, sua historia do mundo, deveria pertencer ao mundo inteiro'. 'Se os EUA querem internacionalizar a Amazônia, pelo risco de deixá-la nas mãos de brasileiros, internacionalizemos todos os arsenais nucleares dos EUA'. 'Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas,Provocando uma destruição milhares de vezes maiores do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil'. 'Defendo
a idéia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida. Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do Mundo tenha possibilidade de COMER e de ir à escola'.
'Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o país onde nasceram, como patrimônio que merece cuidados do mundo inteiro'.'Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo.
Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a Amazônia seja nossa'. 'Só nossa!.'






ESTA MATÉRIA NÃO FOI PUBLICADA, POR RAZÕES ÓBVIAS. AJUDE A DIVULGÁ-LA.
PASSE PARA TODOS QUE VOCÊ PUDER, PORQUE FOI UMA BAITA RESPOSTA AOS
AMERICANOS!

4 de fevereiro de 2010

LOUCURA EQUILIBRADA

*Irene Zanette de Castañeda

“Uma crença forte demonstra apenas a sua força, não a verdade daquilo que se acredita.” (Nietzache)

Difícil falar neste ser que se diz racional, que pensa não sei bem no quê, anda não sei bem por onde, aprendendo e fazendo coisas abaixo da linha da racionalidade. Este se diz homem. Sua única marca masculina é o sexo. As outras são as da besta. A maioria dos homens de todos os tempos andou e ainda anda enveredando-se pelas crenças desde as mais sensatas loucuras equilibradas até as mais absurdas e enlouquecidas explicações para aquilo que a ciência nunca conseguiu explicar. A isso se chama mito. Mito é essa narrativa sagrada que viajou por milênios envolvendo o pensamento humano, orientando ora para o bem, ora para o mal. Bem e Mal, cada cultura tem o seu ponto de vista. Por isso muitas nações desentendem-se, por isso, há homens que julgam outros pelo seu ponto de vista e não pela razão. Mitos foram e continuam sendo crenças religiosamente críveis.E os rituais prendem-se a eles. O pensamento evolui, e a ciência caminha atrás daqueles absurdos desautorizando-os, enquanto pensamento sem validade científica, enquanto frutos da imaginação doentia que causa a discórdia entre as pessoas e doenças em si mesmas. Há pessoas incapazes de pensar que seus males vêm de si mesmas, de seus pensamentos negativos que se concretizam nas mais perigosas doenças e loucuras. Têm pensamentos influenciados por mágicas mentirosas, por isso, maléficas.. Em nome do eterno desconhecido, enovelaram-se de fantasmas mal comportados que apareceram e continuam aparecendo na doentia imaginação a atormentar ou trazer falsas soluções. Enveredados pelos sonhos, pelos pesadelos, enquanto dorme, ou despertos com alucinações, o homem fraco necessitou sempre de uma força maior para tirar-lhe a responsabilidade de suas más ações. Acusou sempre outras forças e a outras pessoas como causadoras de seus males. Para o fraco ou medíocre, embora, muitas vezes, dotado de algum conhecimento específico referente à pura matéria, é sempre o outro o causador de seus males, de suas doenças ou loucuras.


As doenças físicas, mentais e emocionais que atingem essas pessoas são, no mais das vezes, o Karma, ou seja, as causas e efeitos daquilo que se pensa ou se acredita. E certas crenças são frutos da irracionalidade, da loucura desequilibrada. Há, porém, a loucura equilibrada, aquela em que as pessoas pensam e agem corajosamente de acordo com outros mundos, outras culturas, outras civilizações visceralmente diferentes da sua e que deram certo. São exceções, ao redor deste universo pleno de uma multidão de seres desorganizados, irracionais e insensíveis.. Nunca são martirizados como escravos do tempo ou de superstições inconscientes. São seres dignos de consideração, tolerância e imitação porque estão sempre bêbados de coragem, de poesia e de virtudes.

* Professora de Literatura da UFSCar

3 de fevereiro de 2010

Esse texto me foi enviado pelo meu ex, muito inteligente!
Método do tijolo para contratação de funcionários


O método consiste em:
1-Colocar todos os candidatos num armazém
2-Disponibilizar 200 tijolos para cada um.
3-Não dê orientação alguma sobre o que fazer.
4-Tranque-os lá.
Após seis horas, volte e verifique o que fizeram.
Segue a análise dos resultados:
1 - Os que contaram os tijolos, contrate-os como contabilistas.
2 - Os que contaram e em seguida recontaram os tijolos, são auditores.
3 - Os que espalharam os tijolos são engenheiros.
4 - Os que tiverem arrumado os tijolos de maneira muito estranha, difícil de entender, coloque-os no Planeamento, Projectos e Implantação Controlo de Produção.
5 - Os que estiverem a arremessar tijolos uns contra outros, coloque-os em Projectos.
6 - Os que estiverem a dormir, coloque-os na Segurança.
7 - Aqueles que picaram os tijolos em pedacinhos e estiverem a tentar montá-los novamente, devem ir directo para Tecnologia da Informação.
8 - Os que estiverem sentados sem fazer nada ou em conversa fiada, vão para Recursos Humanos.
9 - Os que disserem que fizeram de tudo para diminuir o stock mas a concorrência está desleal e será preciso pensar em maiores facilidades, são vendedores natos.
10 - Os que já tiverem saído, são administradores.
11 - Os que estiverem a olhar pela janela com o olhar perdido no infinito, são os responsáveis pelo Planeamento Estratégico.
12 - Os que estiverem a conversar entre si com as mãos no bolso demonstrando que nem sequer tocaram nos tijolos e jamais fariam isso, cumprimente- os com muito respeito e coloque-os na Direcção.
13 - Os que levantaram um muro e esconderam-se atrás, são do Departamento de Operações.
14 - Os que afirmarem não estar a ver tijolo algum no armazém, são advogados, encaminhe-os ao Departamento Jurídico.
15 - Os que reclamarem que os tijolos "estão uma porcaria, sem identificação, sem padronização e com medidas erradas", coloque no Controlo de Qualidade.
16 - Os que começarem a chamar os demais de "companheiros ou camaradas" , elimine-os imediatamente antes que criem um sindicato.
Atenciosamente,
O Psicólogo Chefe





Salada de frutas, sobrando abacaxis e bananas (II).


Daidy Peterlevitz
@ Acabo de receber de um amigo, historinha sobre uma tartaruga que estava em cima de um poste; sozinha, não foi lá, levaram-na, não se sabe à mó de quê e nem para quê! Espera-se a retirada da tartaruga carismática, sem trauma e sem deixar...”descendentes”. Se referia ao Lula. O “nunca antes neste país” não existe! De fato, o mérito maior de quem apenas tinha plano de poder, foi o de não mudar a herança herdada de outros governos e de se utilizar muito disso, principalmente do PROER, da Lei da Basiléia e da Responsabilidade Fiscal,”marolizadores” da crise. O petismo ferozmente combateu os três,quando oposição. (Até o ministro Mântega reconhece o mérito anterior!). O que de bom há (e ampliado até), não é novo e...o novo que há, nem é bom. O primeiro emprego, por exemplo e o PAC, com só a merreca de 10% realizado! Esse assunto já é de 3ª idade, até o Lula fica brabo quando a “mãe” empaca, as palavras da Rouchefe não combinam com “ela”!


@ Parabéns ao Sr. Azuaite M.de França, que escreveu, entre outros: “Vejo, nos métodos e nos objetivos do PT, a ressurgência de aspectos de um fascismo reciclado.O programa Nacional dos Direitos Humanos é uma despudorada carta de intenções de um Governo corporativo e autoritário: consagra o desrespeito às decisões do judiciário, atenta contra o direito de propriedade, monitora a imprensa e restringe sua liberdade, entre outros”.


@ Lembram-se de S.Catarina,naquela grande enchente que comoveu os brasileiros? Todos, de boa fé,doaram dinheiro e coisas úteis. Gozado! Pessoa muito idônea que atua lá, me garantiu que.o dinheiro não havia chegado e as coisas úteis...só pela metade!


@ Hum...na mesma linha, o destemido jornalista Cláudio Humberto afirmou, sobre a “doação” brasileira ao Haiti (terremoto no dia 12/01): “O presidente Lula, que não visitou as áreas devastadas que, só no Rio,mataram 54 pessoas, anunciou no dia seguinte(13),logo cedo, a doação de 15 milhões de dólares ao Haiti.A estonteante rapidez pode ter explicação: como em doações a outros países, parte do dinheiro pode acabar em ONGs de “trabalho voluntário” e “humanitário” ligadas a petistas”!


@ Hum...será que o senador Heráclito Fortes (CPI das ONGs) já recebeu do Lulinha a resposta sobre quantas e quais ONGs no exterior recebem dinheiro dos nossos contribuintes?! Aquele senador, em setembro, visitou o Haiti e se espantou com a “invasão” de ONGs brasileiras! Agora, o prometido à Angra,no Rio (52 mortes), até ontem...necas! Prá se pensar.


@ Fico a imaginar se existe, entre as grandes redes televisivas, uma reunião assim: “esse assunto pode e repitam-no à exaustão; esse não pode; esse aqui só uma vez e caludo!”.É que, numa chuvosa manhã ainda escura, chovia e, com meu guarda-chuva perdido, não pude ir caminhar. Ouvi e vi uma entrevista na Globonews, em que uma senhora, membro da Associação de Mulheres do Haiti, reclamava: “Por que a mídia não conta isso? Os “heróicos” soldados da Missão de Paz, da ONU...desfrutam, sexualmente, das haitianas e as tratam pior que às prostitutas, porque nada lhes pagam!!” (Sabia que milhares de crianças “somem” todo ano, do Haiti?).


@Faça comigo,umas contas: No Haiti há 10 milhões de pessoas.,75% sem emprego (7 milhões e meio); os outros 25% (dois milhões e meio)ganham o pior dos salários, 2 dólares por oito horas/dia de trabalho.Supondo o dólar a R$2,00, é menos, a “renda” seria 10 milhões, um real ao dia, cada um!!! Fome programada, de fácil domínio da ilha muito estratégica?


@ Na segunda guerra, os americanos “bondosos” tomaram conta do Haiti, porque...ficava perto da Alemanha!!


@O quê esse pessoal da ONU(brasileiros junto) fazem lá? Comem bolacha de barro, também? Não, mostram-se bem nutridinhos e...satisfeitos!


@ Lula deu, para ter cadeira na ONU, 611 milhões e, sempre fazendo bonito com o dinheiro meu e seu, perdoou dívidas de Moçambique, aos “cumpanheros”de Cuba e da Bolívia! Foram, também anistiados Cabo Verde, Gabão e a endinheirada Nigéria e a Nicarágua!


@O preço dessa “cadeira “ na ONU inclui os dez bilhões de dólares, por 36 caças franceses, Rafale. A Índia comprará, por esse preço, 126 caças!!!


@ Vamos brincar um pouco, para o reequilíbrio? Eu só irei assistir, a pedido de um filho meu, petista, “Ao filho do Brasil”, se houver o Bolsa Pipoca. E, com essa chuva, o carnaval vai é ter “barco alegórico”, com “Porta,banheira”...”paulista tem samba no pé de pato”. Tô hipertenso, diz o Zé Simão, de tanto pagar IP, IPVA, IPTU, IPI.


Meu abraço, daidypeterlevitz@hotmail.com

2 de fevereiro de 2010

É com imenso prazer que faço essa postagem.  da Ivoninha, filha do casal Ramon/Ivonne. A Ivoninha é amiga minha querida, filha amorosa, culta, dona das letras que as usa, de sábia forma, a expressar seus sentimentos.lindos!
Peço, aos três, perdão pela demora na postagem, que era para o dia 26/01.Aceitam o meu pedido de perdão? Obrigada, Daidy.

" RAMON E YVONNE"


Corria o dia vinte e seis de janeiro de um ano distante da década de setenta... Os nubentes aspergiam em seus olhares a fragrância inebriante do amor...


Conheceram o idílio divinal, supremo, verdadeiro que liberta a alma de seu catre e faz então os seres viventes se aproximarem com o espírito radioso ante a presença do Criador...


Algum tempo depois de contraídas as núpcias uma frágil semente começa a vicejar no ventre bendito da jovem professora...


Eu então, venho ao mundo pelas hábeis e abençoadas mãos do Dr. Awad Damha (colega de meu tio Sérgio da então Escola Paulista de Medicina) e graças a benevolência de Deus conheço o aconchego de um lar carinhoso, a proteção das mãos dadivosas e a honestidade reinante dos corações justos...


Papai viajou para o Alto aos 09 de junho de 2000, mas na pequenina mão de mamãe brilha ainda em seu dedo anular a aliança de casamento, prova cabal que o majestoso amor não se encerra nem mesmo com a morte...


*** Meu pai amado, sinto-me mais tua filha do que nunca... Interesso-me dia a dia por sua estória,pela cidade em que nasceu, pelos parentes da mítica Espanha... Obrigada por tudo que fez, faz ainda fará por mim... Amo-te para sempre!!!


**** Mamãe idolatrada, você me deu a vida muitas vezes, não só no instante da parturição... Meu amor por você é incondicional, ferveroso e para toda minha vida ( ou seja é para sempre)...


Que JESUS os abençoe INFINITAMENTE,
Com amor de sua filha
Ivone

Ivone Maria R Garcia
Publicado no Recanto das Letras em 26/01/2010
Código do texto: T2051368



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São Carlos, São Paulo, Brazil
Daidy Peterlevitz é aposentada, com qualificação para lecionar desde a pré-escola ao Colegial (Matemática e Física).Tem trabalhos publicados na Antologia “A Pena e a Lua”, da APEBS - Associação dos poetas e escritores da Baixada Santista.É autora dos livros As Duas Faces da Mesma Moeda e Quatro Bruxas no Elevador, lançado na Bienal do Livro, em S.Paulo. É autora do projeto DEMBLI, que facilita a circulação de livros, em escolas sem bibliotecárias. Trabalha em seu projeto no qual afirma que o bebê pode e deve aprender a ler. Também fez parte do antigo "SEROP" que funcionava no G.E Oswaldo Cruz, em São Paulo, sob a direção do sr.Jocelyn Pontes Gestal. Era orientadora de Ciências. O grupo, estudava a filosofia e a pedagogia de mestres, preparava apostilas, ia à inúmeras escolas, em S.Paulo e arredores, levando orientação diretamente aos professores ou,se distante como Sta. Izabel, aos diretores, que as passavam aos professores. Atualmente, escreve para seis jornais e, a todos agradece pelo espaço cedido.