Carta de Gilberto Geraldo Garbi para Lula.Gilberto Geraldo Garbi foi um dos alunos classificados a seu tempo como UM DOS MELHORES ALUNOS DE MATEMÁTICA que já haviam adentrado o ITA, entre outras honrarias que recebeu daquela instituição. Depois de graduado, desenvolveu carreira na TELEPAR, onde chegou a Diretor Técnico e Diretor Presidente, sendo depois Presidente da TELEBRAS.
A CAMINHO DOS 99,9999995%
( Gilberto Geraldo Garbi )
Há poucos dias, a imprensa anunciou amplamente que, segundo as últimas pesquisas de opinião, Lula bateu de novo seus recordes anteriores de popularidade e chegou a 84% de avaliação positiva. É, realmente, algo "nunca antes visto nesse país" e eu fiquei me perguntando o que poderemos esperar das próximas consultas populares.
Lembro-me de que quando Lula chegou aos 70% achei que ele jamais bateria Hitler, a quem, em seu auge, a cultíssima Alemanha chegara a conceder 82% de aprovação.
Mas eu estava enganado: nosso operário-presidente já deixou para trás o psicopata de bigodinho e hoje só deve estar perdendo para Fidel Castro e para aquele tiranete caricato da Coreia do Norte, cujo nome jamais me interessei em guardar. Mas Lula tem uma vantagem sobre os dois ditadores: aqui as pesquisas refletem verdadeiramente o que o povo pensa, enquanto em Cuba e na Coreia do Norte as pesquisas de opinião lembram o que se dizia dos plebiscitos portugueses durante a ditadura lusitana: SIM, Salazar fica; NÃO, Salazar não sai; brancos e nulos sendo contados a favor do governo...(Quem nunca ouviu falar em Salazar, por favor, pergunte a um parente com mais de 60).
Portanto, a popularidade de Lula ainda "tem espaço" para crescer, para empregar essa expressão surrada e pedante, mas adorada pelos economistas. E faltam apenas cerca de 16% para que Lula possa, com suas habituais presunção e imodéstia, anunciar ao mundo que obteve a unanimidade dos brasileiros em torno de seu nome, superando até Jesus Cristo ou outras celebridades menores que jamais conseguiram livrar-se de alguma oposição...
Sim, faltam apenas 16% mas eu tenho uma péssima notícia a dar a seu hipertrofiado ego: pode tirar o cavalinho da chuva, cumpanhero, porque de 99,9999995% você não passa.
Como você não é muito chegado em Aritmética, exceto nos cálculos rudimentares dos percentuais sobre os orçamentos dos ministérios que você entrega aos partidos que constituem sua base de sustentação no Congresso, explico melhor: o Brasil tem 200.000.000 de habitantes, um dos quais sou eu. Represento, portanto, 1 em 200.000.000, ou seja, 0,0000005% enquanto os demais brasileiros totalizam os restantes 99,9999995%. Esses, talvez, você possa conquistar, em todo ou em parte. Mas meus humildes 0,0000005% você jamais terá porque não há força neste ou em outros mundos, nem todo o dinheiro com que você tem comprado votos e apoios nos aterros sanitários da política brasileira, não há, repito, força capaz de mudar minha convicção de que você foi o pior dentre todos os presidentes que tive a infelicidade de ver comandando o Brasil em meus 65 anos de vida.
E minha convicção fundamenta-se em um fato simples: desde minha adolescência, quando comecei a me dar conta das desgraças brasileiras e a identificar suas causas, convenci-me de que na raiz de tudo está a mentalidade dominante no Brasil, essa mentalidade dos que valorizam a esperteza e o sucesso a qualquer custo; dos que detestam o trabalho e o estudo; dos que buscam o acesso ao patrimônio público para proveito pessoal; dos que almejam os cabides de emprego, as sinecuras e os cargos fantasmas; dos que criam infindáveis dinastias nepotistas nos órgãos públicos; dos que desprezam a justiça desde que a injustiça lhes seja vantajosa; dos que só reclamam dos privilégios por não estar incluídos entre os privilegiados; dos que enriquecem através dos negócios sujos com o Estado; dos que vendem seus votos por uma camiseta, um sanduíche ou, como agora, uma bolsa família; dos que são de tal forma ignorantes e alienados que se deixam iludir pelas prostitutas da política e beijam-lhes as mãos por receber de volta algumas migalhas do muito que lhes vem sendo roubado desde as origens dos tempos; dos que são incapazes de discernir, comover-se e indignar-se diante de infâmias.
Antes e depois de mim, muitos outros brasileiros, incomparavelmente melhores e mais lúcidos, chegaram à mesma conclusão e, embora sejamos minoria, sinto-me feliz e honrado por estar ao lado de Rui Barbosa. Já ouviu falar nele? Como você nunca lê, eu quase iria sugerir-lhe que pedisse a algum de seus incontáveis assessores que lhe falasse alguma coisa sobre a Oração aos Moços... Mas, esqueça... Se você souber o que ele, em 1922, disse de políticos como você e dos que fazem parte de sua base de sustentação, terá azia até o final da vida.
Pense a maioria o que quiser, diga a maioria o que disser, não mudarei minha convicção de que este País só deixará de ser o que é - uma terra onde as riquezas produzidas pelo suor da parte honesta e trabalhadora é saqueada pelos parasitas do Estado e pelos ladrões privados eternamente impunes - quando a mentalidade da população e de seus representantes for profundamente mudada.
Mudada pela educação, pela perseverança, pela punição aos maus, pela recompensa aos bons, pelo exemplo dos governantes.
E você Lula, teve uma oportunidade única de dar início à mudança dessa mentalidade, embalado que estava com uma vitória popular que poderia fazer com que o Congresso se curvasse diante de sua autoridade moral, se você a tivesse.
Você teve a oportunidade de tornar-se nossa tão esperada âncora moral, esta sim, nunca antes vista nesse País.
Mas não, você preferiu o caminho mais fácil e batido das práticas populistas e coronelistas de sempre, da compra de tudo e de todos.
Infelizmente para o Brasil, mas felizmente para os objetivos pessoais seus e de seu grupo, você estava certo: para que se esforçar, escorado apenas em princípios de decência, se muito mais rápido e eficiente é comprar o que for necessário, nessa terra onde quase tudo está à venda?
Eu não o considero inteligente, no nobre sentido da palavra, porque uma pessoa verdadeiramente inteligente, depois de chegar aonde você chegou, partindo de onde você partiu, não chafurdaria nesse lamaçal em que você e sua malta alegremente surfam, nem se entregaria a seu permanente êxtase de vaidade e autoidolatria.
Mas reconheço em você uma esperteza excepcional: nunca antes nesse País um presidente explorou tão bem, em proveito próprio e de seu bando, as piores qualidades da massa brasileira e de seus representantes.
Esse é seu legado maior, e de longa duração: o de haver escancarado a lúgubre realidade de que o Brasil continua o mesmo que Darwin encontrou quando passou por essas plagas em 1832 e anotou em seu diário: "Aqui todos são subornáveis".
Você destruiu as ilusões de quem achava que havíamos evoluído em nossa mentalidade e matou as esperanças dos que ainda acreditavam poder ver um Brasil decente antes de morrer.
Você não inventou a corrupção brasileira, mas fez dela um maquiavélico instrumento de poder, tornando-ageneralizada e fazendo-a permear até os últimos níveis da Administração.
O Brasil, sob você, vive um quadro que em medicina se chamaria de septicemia corruptiva.
Peça ao Marco Aurélio para lhe explicar o que é isso.
Você é o sonho de consumo da banda podre desse País, o exemplo que os funcionários corruptos do Brasil sempre esperaram para poder dar, sem temores, plena vazão a seus instintos.
Você faz da mentira e da demagogia seu principal veículo de comunicação com a massa.
A propósito, o que é que você sente, todos os dias, ao olhar-se no espelho e lembrar-se do que diz nos palanques?
Você sente orgulho em subestimar a inteligência da maioria e ver que vale a pena?
Você mentiu quando disse haver recebido como herança maldita a política econômica de seu antecessor, a mesma política que você manteve integralmente e que fez a economia brasileira prosperar.
Você mentiu ao dizer que não sabia do Mensalão
Mentiu quando disse que seu filho enriqueceu através do trabalho
Mentiu sobre os milhões que a Ong 13, de sua filha, recebeu sem prestar contas
Mentiu ao afastar Dirceu, Palocci, Gushiken e outros cumpanheros pegos em flagrante
Mente quando, para cada platéia, fala coisas diferentes, escolhidas sob medida para agradá-las
Mentiu, mente e mentirá em qualquer situação que lhe convenha.
Por falar em Ongs, você comprou a esquerda festiva, aquela que odeia o trabalho e vive do trabalho de outros, dando-lhe bilhões de reais através de Ongs que nada fazem, a não ser refestelar-se em dinheiro público, viajar, acampar, discursar contra os exploradores do povo e desperdiçar os recursos que tanta falta fazem aos hospitais.
Você não moveu uma palha, em seis anos de presidência, para modificar as leis odiosas que protegem criminosos de todos os tipos neste País sedento de Justiça e encharcado pelas lágrimas dos familiares de tantas vítimas.
Jamais sua base no Congresso preocupou-se em fechar ao menos as mais gritantes brechas legais pelas quais os criminosos endinheirados conseguem sempre permanecer impunes, rindo-se de todos nós.
Ao contrário, o Supremo, onde você tem grande influência, por haver indicado um bom número de Ministros, acaba de julgar que mesmo os condenados em segunda instância podem permanecer em liberdade, até que todas as apelações, recursos e embargos sejam julgados, o que, no Brasil, leva décadas.
Isso significa, em poucas palavras, que os criminosos com dinheiro suficiente para pagar os famosos e caros criminalistas brasileiros podem dormir sossegados, porque jamais irão para a cadeia.
Estivesse o Supremo julgando algo que interessasse a seu grupo ou a suas inclinações ideológicas, certamente você teria se empenhado de corpo e alma.
Aliás, Lula, você nunca teve ideais, apenas ambições.
Você jamais foi inspirado por qualquer anseio de Justiça. Todas as suas ações, ao longo da vida, foram motivadas por rancores, invejas, sede pessoal de poder e irrefreável necessidade de ser adorado e ter seu ego adulado.
Seu desprezo por aquilo que as pessoas honradas consideram Justiça manifesta-se o tempo todo: quando você celeremente despachou para Cuba alguns pobres desertores que aqui buscavam a liberdade; quando você deu asilo a assassinos terroristas da esquerda radical; quando você se aliou à escória do Congresso, aquela mesma contra quem você vociferava no passado; quando concedeu aumentos nababescos a categorias de funcionários públicos já regiamente pagos, às custas dos impostos arrancados do couro de quem trabalha arduamente e ganha pouco; quando você aumentou abusivamente as despesas de custeio, sabendo que pouquíssimo da arrecadação sobraria para os investimentos de que tanto carece a população; quando você despreza o mérito e privilegia o compadrio e o populismo; e vai por aí.... Justiça, ora a Justiça, é o que você pensa...
Você tem dividido a nação, jogando regiões contra regiões, classes contra classes e raças contra raças, para tirar proveito das desavenças que fomenta.
Aliás, se você estivesse realmente interessado, como deveria, em dar aos pobres, negros e outros excluídos as mesmas oportunidades que têm os filhos dos ricos, teria se empenhado a fundo na melhoria da saúde e do ensino públicos.
Mas você, no íntimo, despreza o ensino, a educação e a cultura, porque conseguiu tudo o que queria, mesmo sendo inculto e vulgar. Além disso, melhorar a educação toma um tempo enorme e dá muito trabalho, não é mesmo?
E se há coisa que você e o Partido dos Trabalhadores definitivamente detestam é o trabalho: então, muito mais fácil é o atalho das cotas, mesmo que elas criem hostilidades entres as cores, que seus critérios sejam burlados o tempo todo e que filhos de negros milionários possam valer-se delas.
A Imprensa faz-lhe pouca oposição porque você a calou, manipulando as verbas publicitárias, pressionando-a economicamente e perseguindo jornalistas.
O que houve entre o BNDES e as redes de televisão?
O que você mandou fazer a Arnaldo Jabor, a Boris Casoy, a Salete Lemos?
Essa técnica de comprar ou perseguir é muito eficaz. Pablo Escobar usou-a com muito sucesso na Colômbia, quando dava a seus eventuais opositores as opções: "O plata, o plomo". Peça ao Marco Aurélio para traduzir. Ele fala bem o Espanhol.
Você pode desdenhar tudo aquilo que aqui foi dito, como desdenha a todos que não o bajulem.
Afinal, se você não é o maior estadista do planeta, se seu governo não é maravilhoso, como explicar tamanha popularidade?
É fácil: políticos, sindicatos, imprensa, ONGs, movimentos sociais, funcionários públicos, miseráveis, você comprou com dinheiro, bolsas, cotas, cargos e medidas demagógicas.
Muita gente que trabalha, mas desconhece o que se passa nas entranhas de seu governo, satisfez-se com o pouco mais de dinheiro que passou a ganhar, em consequência do modesto crescimento econômico que foi plantado anteriormente, mas que caiu em seu colo.
Tudo, então, pode se resumir ao dinheiro e grande parte da população parece estar disposta a ignorar os princípios da honradez e da honestidade e a relevar as mentiras, a corrupção, os desperdícios, os abusos e as injustiças que marcam seu governo em troca do prato de lentilhas da melhoria econômica.
É esse, em síntese, o triste retrato do Brasil de hoje... E, como se diz na França, "l´argent n´est tout que dans les siècles où les hommes ne sont rien".
Você não entendeu, não é mesmo? Então pergunte à Marta. Ela adora Paris e há um bom tempo estavamos sustentando seu gigolô franco-argentino...
Gilberto Geraldo GarbiEm Nosso Blog, todo mundo "apita" seja daqui ou de lá!!
Daidy.
8 de julho de 2010
7 de julho de 2010
só nos restam algumas piadas, é ou não e´?
A primeira que ouvi, foi assim: " O Dunga, tadinho dele, foi, por telefone, destituido do cargo, pela FBF. e toda a euipe junto! Um monte de desempregados!
Porém, logo depois, ele, o Dunga, resolveu o seu futuro! e será mais um funcionário publico federal. Como funcionário público federal, sem concurso??!! Ora, O Lula já fez isso em, pelo menos umas 300 mil vezes!!
E terá o Dunga lá , a ajudar na campanha contra as drogas:
"Nós não gostamoss de craques!..."
O Lula, emérita excelência...não o vi, nas aquibancadas, como vi um príncepe e a linda esposa dele, de outras plagas!
"Máxima", se me lembro, era o nome dela e muito linda!!...
Para finalizar... nós, os brasileiros ainda não aprendemos o que seja "ser nobre"...estamos muito loge disso...e, se me perdoem os leitores, me esqueci de outras piadas!! Já sou velhota, com vontade de dormir e aceito qualquer ajuda sua!
Daidy.
"Quero manifestar minha grande alegria por estar aqui com todos vocês no Haiti, para participar da assembleia de religiosos. Estou muito feliz entre todos vocês. Dou graças a Deus por este momento.
Hoje vou compartilhar com vocês uma verdadeira história de amor e inspiração divina, um sonho que se fez realidade.
Numa noite de maio de 1982, eu, viúva fazia cinco anos, estava reunida com meus cinco filhos, quando recebi chamada telefônica de meu irmão D. Paulo Evaristo Arns. Como tornar realidade a proposta da Igreja de ajudar a reduzir a morte das crianças? Eu me senti feliz diante deste novo desafio. Era o que mais desejava: educar as mães e famílias para que soubessem cuidar melhor de seus filhos!
Creio que Deus, de certo modo, havia me preparado para esta missão.
Me veio à mente então a metodologia que Jesus utilizou para saciar a fome da multidão: Ele que se sentassem em grupos de cinquenta a cem pessoas, ou seja, em pequenas comunidades. Então pensei: “Por que morrem milhões de crianças por motivos que podem facilmente ser prevenidos? O que faz com que eles se tornem criminosos e violentos na adolescência?”
A Igreja, que somos todos nós, que devíamos fazer? Seguir a metodologia de Jesus: organizar as pessoas em pequenas comunidades; identificar líderes, que se dispusessem a trabalhar voluntariamente nessa missão de salvar vidas; para isso seriam capacitados, no espírito da fé e vida.
Desde a primeira experiência, a Pastoral da Criança cultivou a metodologia de Jesus, que é aplicada em grande escala. No Brasil, em mais de 40 mil comunidades, 7.000 paróquias de todas as 272 diocese e prelazias. Está se estendendo a 20 países.
Os resultados do trabalho voluntário, com a mística do amor a Deus e ao próximo, mostram como a sociedade organizada pode ser protagonista de sua transformação. Neste espírito, ao fortalecer os laços que ligam a comunidade, podemos encontrar as soluções para os graves problemas sociais que afetam as famílias pobres.
A paz é uma conquista coletiva.
“Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos” significa trabalhar pela inclusão social, que é fruto da Justiça. Cremos que essa transformação social exige um investimento máximo de esforços para o desenvolvimento integral da criança, que começa quando ela se encontra ainda no ventre sagrado da sua mãe. As crianças, quando estão bem cuidadas, são sementes de paz e esperança.
Como os pássaros, que cuidam de seus filhos ao fazer um ninho no alto das árvores e nas montanhas, longe de predadores, de ameaças e perigos, e mais perto de Deus, assim também deveríamos cuidar de nossos filhos como um bem sagrado: promover o respeito a seus direitos e protegê-los.
Muito obrigada!
Que Deus esteja com vocês!”
Este texto me foi enviado por amiga a quem desconheço, pessoalmente...porém, não é preciso conhecer, apenas saber daquilo que se ama!
Logo mais postarei um comentário, com o nome da amiga.
Daidy
Bem, só fiquei sabendo dela, quando um amigo (dr. Evaristo, pretenso), me contou que, vivendo em clima seco, tórrido, os exemplares, ao sentirem a pele ressecada, abriam a folha da babosa, e passavam a baba nas peles secas.. Ao longo dos tempos, isso chamou a atenção, porque, aquele pessoal todo tinha uma pele invejável, belíssima!
Os cosmetólogos chegaram, as empresas se multiplicaram., eu mesma fui estudiosa e partícipe de três delas: A Halrh Glo, a Sanrays e a Pro Aloe.
E...aos 73 aninhos... minha pele cuidada até pode fazer inveja a alguém com 350 anos ao menos! Múmia por múbia...me prefiro inda bem vivinha!
Não é esse o objetivo, longe de mim!
O assunto é outro, e sobre a saúde! Um frei percebeu que, ao longo de muitos anos, a mistura de mel com babosa, curava evitava doenças! Isso é fato conhecido de todos!
Tenho a honra em ser mãe do Mário, genro do Sr. Otsuka, um produtor de mel. Trouxeram o Frei à Campinas, para palestra, em universidade e...nada deu em nada, porque, creio, os “donos das químicas” não gostaram!...
Isto posto, meu assunto é outro, coisa de família, também..Minha nora Cristina, marido e netinhas a bordo, achou que a “sogrinha, na cabana, ”merecia um vaso maior de Aloe Vera, a babante..Meu vaso era pequenino... E a planta enorme veio, a maior delas!, só que em vaso pequeno , mas que baita de pesado! pesado bastante! Muito! Comprei vaso grande e, no transplante, o Sr. José, meu ajudante de jardinagem por meia hora ao dia (depos do almoço dele) , me perguntou; “Como é que esse peso todo veio para dentro? É grande demais! pesado demais!, difícil de fazer isso e, olha, eu tenho força!”
Só respondi:: “foi no colo do meu filho Mario.”..Também me surpreendi com a força dele!
Magro, alto, sequer tem a aparência daqueles musculosos tipo Swasneigher ou do Van Dame...é verdade!
Mas... tem a força desses mistérios! A força da fé, o mérito da tentativa em ajudar quem precisa e quem sofre!!
A babosa babante, acomodada, teve alguns danos, no transplante dos vasos. Respeito isso e, só depois que a percebi “em casa”, fui, à noite, cortar um pedaço, sempre lhe pedindo licença..Por que à noite? Há mais enzimas, sem luz.
E você me perguntaria o porque de ela sentir-se “em casa”.
Aqui na minha santa cabana, com um bando de anjos protegendo, é assim: “Ninguém me obedece!” Jogo sementes nos lugares certos e...cada uma nasce onde lhe aprouver! Há pé de mamão nascendo em vaso, junto com pitangueira que não plantei ali! Há pés de almeirão japonês (aquele que cresce como quiabo)...nascendo em meio à grama...é uma confusão danada! Não mando nada aqui! Cada um faz o que quer.
Eu só queria usar da babosa babante, porque, como minha santa mãe, Julietta Gazzetta, depois Peterlevitz, depois Balkans... tinha o cocoruto da cabeça vazio de cabelos e...já estou ficando assim!
Então, quando meu forte filho, em fé, a trouxe, depois de acomodada, fui lá bater um papinho com ela e lhe disse: “fique bem à vontade, faça o que lhe aprouver, todas as plantas fazem isso, na cabana!” Meus filhos também....não mando mais é em nada!!
Daidy, a mãe, a careca no cocoruto.
| FAX LIBANÊS* *Lula e Dilma enviaram um fax para o Governo do Líbano, solicitando uma doação para o programa Fome Zero. * *No dia seguinte chegou, via fax, a resposta que dizia: * BL... MD... V BB... 6... 2...* |
*Dilma não conseguiu decifrar e foi até Lula *
que, com seus profundos conhecimentos de gramática internacional,
analisou o documento e chegou a mais uma de suas
magníficas conclusões:
*BL = Beleza, *
*MD = Mandei depositar *
*V BB = Via Banco do Brasil, *
*6... 2... = US$ 62.000.000,00 *
(sessenta e dois milhões)!!!!
Verificou-se a existência da tal conta no BB e
nada foi encontrado.
Ordenou-se então que procurassem em
todos os bancos BB:
Banco Bradesco, Banco de Boston, etc. Nada!
Foi então que alguém sugeriu que chamassem
o Samirzinho, um funcionário do terceiro
escalão do Planalto, descendente de libaneses.
Samirzinho olhou para o documento: BL... MD... V BB... 6... 2... ; em menos
de 30 segundos traduziu:
*"Brezidente Lula... Ministra Dilmo... Vai Buda Bariu.... Seis Dois!!"
Agora, que libanês é bom de resposta, ah! isso é.
Daidy.
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4 de julho de 2010
1 de julho de 2010
Daidy Peterlevitz
Todo brasileiro está mais de careca em saber de todos os impostos que paga e está mais que careca em saber da corrupção que existe, nos três poderes..Soube por reportagem, que, num elegante bairro da capital, S.Paulo,...havia venda de drogas! Entre craques e crack, eita que pessoal elegante! Os mesmos que reclamam contra a violência !Nosso Brasil está perdido? O crime,mais que organizado, vencerá a desorganização dos certos?.
Escrevo na terça, 29, final de fase da Copa.. Como torci pelo Japão! Não deu. Embora gostando dos espanhóis, torci por Portugal.
Também não deu!
Mesmo assim... “No corto pobrezinho do meu lar., há fartura de carinho; quando à porta humildemente bate alguém... senta-se à mesa com a gente. Quatro paredes caiadas, um cheirinho de alecrim...um prato d’uva doirado, duas rosas, um jasmim..um São José de azulejo, um sol de primavera...uma promessa de beijos, dois braços à tua espera....”
É com certeza uma casa portuguesa!
Gostaria de pedir ao meu amigo, poeta de Nova Odssa, Alcides Gonçalves Sobrinho, um favor. Que dissesse a todos os portugueses que aqui vieram para ficar, para trabalhar, para construir o Brasil de hoje...que esta Pátria os ama.
Falta muito, ainda, para o nosso Brasil ficar do tamanho que merece! Faltam líderes! A nossa juventude anda se consumindo, no crak! Faltam craques na política ... em no campo Relembremos alguns dos bons:..
Goleiro - Gordon Banks (Inglaterra 1963 -1972) – Noa anos 70 era sem nenhuma dúvida o melhor goleiro do mundo. Não era espetacular. Não fazia que as coisas parecessem mais difíceis do que realmente eram. Fazia que as coisas difíceis parecessem simples.
Lateral direita - Carlos Alberto (Brasil) - Um defensor que gostava de atacar. Excelente distribuidor e autor de uma boa quantidade de gols.
Zaga central - Bobby Moore (Inglaterra 1962-1974) - Estupendo capitão. Não era excelente pelo ar, nem também era tão rápido. No entanto compensava tudo com seu cérebro. Grande leitor do jogo e fonte de inspiração.
Zaga central - Franz Beckenbauer (Alemanha 1965-1977) - Era um jogador completo. Interpretava o jogo de maneira brilhante e era arrogante com a bola.
Lateral esquerda - Duncan Edwards (Inglaterra, 1955-1958) - Sem dúvida ia ser o melhor jogador inglês de todos os tempos. Era um fora de série.
Meia-direita - Johan Cruyff (Holanda, 1966-1977) - Outro grande cérebro e talento extraordinário. Totalmente imprevisível. Imponente à vista. Sempre encontrava espaço e tempo e tinha capacidade goleadora. Um grande líder.
Meia-central - Alfredo di Stefano (Argentina, Colômbia, Espanha ) - Conhecido como o "pequeno árabe" por sua rapidez. Seus passes, seu controle e disciplina eram brilhantes. Ninguém podia tomar controle de uma partida como ele. O melhor jogador ao que enfrentei.
Meia-central - Michel Platini (França, 1976-1987) - Talento sublime para passar a bola. Podia colocá-la através da cabeça de uma agulha. Podia recebê-la em qualquer posição, como se dissesse: "Passa-me para ver o que faço".
Meia-esquerda - Ferenc Puskas (Hungria, 1945-1956) - Um grande goleador. Quando apareceu em cena ninguém tinha visto um controle e um talento igual. Em sua época foi o melhor jogador do mundo.
Atacante - Pelé (Brasil, 1957-1971) - Tremendo. De talento natural, era pitoresco e todo um personagem. Pés extraordinários. Outro que tinha essa aura de "não tentes tirar-me a bola. Sou demasiado bom", mas de uma forma amável. Marcou gols espetaculares.
Atacante - Diego Maradona (Argentina, 1977-1994) - Grande carisma. Enchia-se de vida quando recebia a bola e começava a correr com ela. Ninguém correu tão rápido com a bola sob controle. Glorificou o jogo sul-americano e adorava o grande palco.
Ainda o cujo brilha, pelo carinho e afeto. Vamos ver!
| Copa do Mundo @*@*@*@*@*@*@*@*@*@*@*@*@*@*@*@*@*@*@*@* Este curioso texto me foi enviado por um sapeca amigo de infância, hoje bem sucedido empresário, o Valernei Fraschetti. Abraço e obrigada, semre. Daidy |
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Seguidores
Quem sou eu
- Daidy Peterlevitz
- São Carlos, São Paulo, Brazil
- Daidy Peterlevitz é aposentada, com qualificação para lecionar desde a pré-escola ao Colegial (Matemática e Física).Tem trabalhos publicados na Antologia “A Pena e a Lua”, da APEBS - Associação dos poetas e escritores da Baixada Santista.É autora dos livros As Duas Faces da Mesma Moeda e Quatro Bruxas no Elevador, lançado na Bienal do Livro, em S.Paulo. É autora do projeto DEMBLI, que facilita a circulação de livros, em escolas sem bibliotecárias. Trabalha em seu projeto no qual afirma que o bebê pode e deve aprender a ler. Também fez parte do antigo "SEROP" que funcionava no G.E Oswaldo Cruz, em São Paulo, sob a direção do sr.Jocelyn Pontes Gestal. Era orientadora de Ciências. O grupo, estudava a filosofia e a pedagogia de mestres, preparava apostilas, ia à inúmeras escolas, em S.Paulo e arredores, levando orientação diretamente aos professores ou,se distante como Sta. Izabel, aos diretores, que as passavam aos professores. Atualmente, escreve para seis jornais e, a todos agradece pelo espaço cedido.
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Tadinho 3Há 13 anos