28 de fevereiro de 2010

Frase no pára-choque de caminhoneiro antenado



"O QUE LULA REALMENTE MERECIA ERA UM SEGUNDO TORNO".

26 de fevereiro de 2010

“ O melhor dos políticos tem sarna!”


Daidy Peterevitz

Essa frase meus queridos leitores, não é minha e vai entre aspas. Na verdade, sou otimista, não gosto assim, mas é o sentimento de agora. A frase é do meu sogro, um culto italiano, muito chato, porque sabia de tudo!
Eu nem me bicava com ele e nem ele comigo. Só nas músicas, nos entendíamos. “Avanti il popolo, á la rincossa! badieira rossa, bandiera rossa! E depois::“Giuventú, giuventú che vem dal’Une...!
Deveria ser os caras pintadas nossos, no tempo do Collor,que renunciou (lembras-se do caso da Dinda?).
Reeleito e muito de olhar duro, mandante, hoje, na Comissão de Infra-estrutura, do Senado, em que passam todos os dinheiros do PAC.
Uma beleza de posição!
Nosso povo bem o merece!
Voltemos ao meu sogro chato e suas músicas: numa noite, ele era muito mandão, já lhes disse ( não gostava de mim, nem eu dele, porque sou, também, mandona), democraticamente, ele era um ditador!

Nunca fui muito. Até tenho um filho lulista! Deus que me perdoe! Cada um deve pensar por si!
Bem,meu sogro, ele reunia a família toda,e , dando o tom a cada um, exigia que cantássemos cada um na sua voz! E ao seu comando.
Que ditador! Nem era maestro como o José Ricardo o é! Nem como minha professora de canto, Luba Dodonova o foi! Mas, (entendia de música), o danado do meu sogro, tinha voz doce e tocava violão.
Até contava uma história:
O teatro “Scala di MiIano” recebia e recebe lá os melhores artistas do mundo, até hoje! Então, sabe o que ele, meu sogro e amigos da música faziam? Sem terem acesso ao o palco daquele imenso teatro...ele, meu sogro, Frigerio, nos tempos antigos, entendia sobre todas as óperas e de todas as obras de Giuseppe Verdi e dos demais. Até de nosso Carlos Gomes e de Vila Lobos ele sabia!
Alguém conhece isso? Nossas escolas falam deles? Deixemos de sarcasmo. Nossas escolas sequer ensinam a ler. E os atuais professores, eles sabem ler e interpretar um texto?! Voltemos ao meu sogro e troupe
Sabe o que faziam? Postavam-se nas escadaria do Teatro de Milão...lindas mulheres e homens vestidos de fraque!! E a “troupe” do meu sogro ali cantava e encantava aquele pessoal elegante!

Ele me contou isso.Lógico que me sogro nada pobretão, poderia estar lá dentro. E esteve por muitas vezes, mas gostava da sua “troupe”, fazia a própria história e sabia como contá-la, o que tento fazer agora.

E segredou-me mais, o sogro, entre as tiradas no violão: “Menina, o mundo será dos amarelos!”
Nada entendia nada, então, mas entendo, hoje, quando a toda poderosa China compra, de forma adoidada, terras na África, para plantar.
Creio que, hoje, ele até que gostaria de mim, resistindo aos tempos, (ele se foi precocemente) e, democrática, continuo mandona, difícil em aprender, mas aprendi:
“...O melhor dos políticos tem sarna”!!...
Todo ser humano é muito bom, tenho cá pra mim, até que vira político!
Daí, a história é outra! Tem que se aliar, fazer concessões, porque ninguém governa sozinho. É a tal da “governabilidade”.

Iesus Chraisto! Os Malufs da vida, os aloprados da vida, os mensalões e mensaleiros! E nosso “chefão”...não sabia de nada Dinheiro na meia, na mala, na cueca, na bolsa da “dama”. Até o Kassab, que parecia tão certinho!...e hoje, mais um escândalo, em Brasília, às barbas do Saney, que contratou a Fundação Getúlio Vargas(ou fez de conta), para uma reforma administrativa, que...sequer percebeu que funcionários das "Casas", recrutavam pessoas muito pobres, anotavam documentos, pediam assinaturas e...lhes pagavam R$100,00 ao mês. Aquelas pessoas pobres viravam "funcionários" do Congresso e recebiam...que beleza, nada menos que R$7.000,00 ao mês!!
O simpaticão do PMDB, Michel Temer...diz que foi por isso que está instalando o "ponto eletrônico".
Mais uma piada, neste pais da piada pronta, conforme Zé Simão o diz e com toda a razão!
Hum, foi só uma intromissão atualizante no assunto sobre meu sogro.
Porém, lógico, tudo deve ser armadilha em ano eleitoral! Todos eles são ótimos! Mas, ficarei com meu sogro Frigerio, com quem não me bicava, nem ele a mm, mas, honra ao mérito seja feita:

....”o melhor dos políticos tem sarna”...e, che la venga bem, che la venga mal, siamo sul fior delle juventu...i tempi che passano...non tornano piú!
Cocêmo-nos, pois.
daidypeterlevitz@hotmail.com

25 de fevereiro de 2010

" UM CERTO BAILE"

Pouco restara na pequena cidade em consequência da fúria ditatorial reinante por ocasião da eclosão da chamada " Revolução do Proletariado".
Propriedades confiscadas, famílias expulsas dos seus lares, francos e suspeitos dissidentes assassinados, mulheres tenebrosamente violentadas!
Diferentemente de seus familiares Sergio sobrevivera ao morticínio estatal, mantendo-se à míngua de parcos recursos percebidos das aulas de piano que ministrava à nova elite soviética.
Em uma enluarada noite de abril recebera o convite para o baile, e mesmo sabedor que no recinto estariam perfilados inúmeros "secretas" ostentando grotescos papéis de gentis homens, resolvera arriscar-se e participar do evento festivo.
Natascha exibia um figurino pouco afeito aos ideais revolucionários, trajando um rico vestido adornado por uma estola de pele, joias fulgurantes e uma maquiagem sedutora. Os longos e loiros cabelos refulgiam hipnotizantes encantadoramente enfeitados por uma tiara de brilhantes, que só encontrava paralelo nos ricos brincos de safira!
Resoluta a moça dirigiu-se ao pianista e o violáceo de seus grandes olhos lançou ao mancebo uma flamejante e hipnotizadora mensagem!
Passados alguns instantes o casal bailava no exuberante salão deslizando no assoalho como anjos a flanar no céu...
Como um autômato, destituído de qualquer resquício de voluntariedade Sergio seguia Natascha pelas gélidas ruas do vilarejo russo. Decorrida meia hora o casal então divisa uma sóbria vivenda, majestosamente guarnecida por um suntuoso e artístico mobiliário.
Aos frementes beijos o enamorado par se entrega mutuamente em um só hausto de luxúria!Aplacada a fome sensorial Sergio adormece e começa a vislumbrar os mistérios de um mundo onírico e sensual...
Natascha está postada defronte a ele, a camisola revela os segredos do túrgido e primaveril corpo... A cada carícia a moça pede: _ Fuja comigo, vamos viver juntos para sempre fora desta cidade!
Ao que Sergio retruca: _ Não posso abandonar minha mãe, ela vive dos meus rendimentos...
À medida que licenciosamente Natascha vai se despindo Sergio nota sinais mórbidos e estranhos... Um profundo corte na altura do coração, um talho na região abdominal, cicatrizes profundas indicativas de queimaduras na virilha!


Começam a lutar, Sergio grita pois não deseja acompanhar a moça em seus vis propósitos!
A algazarra acaba por acordar um rapazola que veste uma farda do Exército Socialista, o qual abruptamente abre a porta da alcova.
Atônito ele se depara com o pianista seminu que assevera ter passado uma noite com uma bela e misteriosa mulher de nome Natascha.
Surpreso, o jovem cadete afirma não ser tal ação possível, pois sua irmã, moça de vários leitos acabara morta a golpes de punhal em razão de ter traído a confiança de um de seus abonados amantes...


Ele,aspirante a Oficial e seu pai viviam nesta casa desapropiada pelo Estado à custa de servirem o poder delatando, espionando,enviando inúmeras pessoas a campos de trabalhos forçados e à internações em estabelecimentos psiquiátricos.
A mão já percorria o coldre, quando voluntariamente Wladimir desiste de seu intento. Decidira dar uma chance ao pianista que exitosamente escapara da ação homicida do espírito cruel de sua perdida irmã...
Disse então a ele:
_ " Desta vez você escapou... Mas, a morte rondará para sempre e em todos os recantos a fim de levar com ela todos aqueles que se ousarem a se opor à nova ordem constituída e assim tentarem trair o regime Socialista!


* Nota da Recantista: Dedico este meu texto ao meu primo Alexandre F. Naumoff e a seu pai meu tio avô Alexandre Naumoff (de saudosa memória) os quais encontraram nas terras brasileiras o remanso para suas vidas; a memória de meu tio avô Nelson de Mattos Ferraz o qual morreu em virtude de ter se oposto à ditadura de Vargas (foi capitão de milícia na Revolução Constitucionalista de 1932), e a todos que foram supliciados por ordens totalitárias quer sejam elas de direita ou esquerda.

Ivone Maria R Garcia


Publicado no Recanto das Letras em 19/02/2010


Código do texto: T2096584





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Era uma vez um TCC
Michel Lacombe
O mundo anda tomado de siglas e nem é preciso ser um apreciador da língua para perceber. Dos partidos aos políticos, das doenças às entidades (filantrópicas ou não), tudo tem a tendência reducionista. Parece que tudo que se fala no mundo é igual à redação de um jornal impresso no qual é preciso ter criatividade para cumprir um de seus primeiros mandamentos, que é, justamente, o "fazer caber". É a DST, é o HPV, é a TPM e, para muitos universitários em fim de curso, é o TCC ou outra sigla equivalente.
Analogamente, o TCC, abreviatura para Trabalho de Conclusão de Curso, é como a teoria do Big Bang. No começo, não havia nada - além de bares, festas, provas, desculpas para conseguir uns dias a mais para entregar o trabalho e, claro, mais festas. Depois de uma explosão, milhões de ideias entram em contato umas com as outras, causando reações internas e externas, pouco conexas entre si, impossíveis de serem descritas de tão particulares que são, criando imagens que se solidificam ou desaparecem de tão miragens que são.
O resultado desse Big Bang reduz enormes pretensões em poeira de estrelas. "O que há em uma estrela? Nós mesmos / Todos os elementos do nosso corpo e do planeta / estiveram nas entranhas de uma estrela / Somos poeira de estrelas", escreveu o nicaraguense Ernesto Cardenal em um dos poemas de seu livro Cántico Cósmico, cujo trecho foi traduzido livremente do espanhol por este escriba. E é justamente desse pó que surge o fio condutor do TCC. A fagulha que lhe parecerá mais atraente será o cimento da construção de um projeto.
Alguns professores argumentam que o TCC será o cartão de visitas para o que virá no próximo capítulo. No caso do jornalista, com o diploma debaixo dos braços, a tentativa de virar foca, tal qual uma metamorfose semelhante à da lagarta que se transforma em borboleta. É inevitável, porém, pensar nesse trabalho como a bússola para sua carreira. Para quem segue essa corrente, lamentamos informar que nada disso acontecerá. Aquele trabalho de um ano inteiro será, no máximo, uma carta de apresentação. O resto é com você.

"Eu quase que nada não sei. Mas desconfio de muita coisa", disse Riobaldo ao seu interlocutor em “Grande Sertão: Veredas”, de João Guimarães Rosa. Com o estudante de jornalismo (ou qualquer outro), não deveria ser diferente. Da poeira de estrelas surgirá algo. Resta adequar a sua realidade. E, além do mais, há muitas histórias que não foram contadas.
Eis o meu caso. Há dois anos tinha a ideia fixa de qual assunto queria trabalhar em meu TCC. O ponto de partida foi a leitura de "A mulher do próximo", de Gay Talese. Em linhas gerais, o livro traça um panorama da revolução sexual norte-americana, abordando pontos delicados, como, por exemplo, a construção do mito de Hugh Hefner, os relatórios de Kinsley e a troca de casais.
Como não poderia fazer em um ano um trabalho que Talese demorou algo em torno de 20 para finalizar, resolvi me fixar em um ponto específico. O escolhido foi a prática do swing, a troca de casais, justamente por ser um assunto que, na minha concepção, não é abordado como deveria, sendo tratado como algo pouco comum, o que é errôneo. O problema é que o ser humano ainda não está preparado para falar de sua sexualidade.
Resolvi adequar o projeto à minha realidade, ou seja, apresentar como esse mundo paralelo se desenvolve dentro do pequeno universo chamado São Carlos, cidade onde vivo no interior de São Paulo.
Desde então comecei a imaginar como conseguir material suficiente para escrever um livro-reportagem. No ano em que deveria ganhar corpo, o TCC transformou-se em um ser anômalo, que não conseguia sustentar-se apenas pela vontade da realização. Era preciso ter a colaboração dos swingers, os praticantes do swing. Havia o fato, era comprovado. Faltavam, porém, as fontes para falar sobre.
Antes do trabalho de campo, uma saraivada de piadas e pessoas perguntando se eu iria participar da troca de casais, se iria filmar as relações ou, dos mais oferecidos, se iria precisar de um fotógrafo. Para todas as questões o "não" era a resposta. O importante para o jornalista é apresentar um fato e não se filiar a ele. Creio que o mais desafiador para o profissional é buscar histórias que não estejam em seu cotidiano. Falar sobre o que lhe é conhecido é fácil; difícil é lidar com um assunto que não faz parte da pauta tradicional. Quer algo mais desafiador do que isso?
Comecei os trabalhos buscando uma forma de contar como aconteciam os casos de swing em São Carlos. A estratégia narrativa se constituía em duas partes: a primeira, mostrando alguns elementos para criar um panorama do assunto; a segunda ficaria restrita a entrevistas com casais que quisessem colaborar, com a ressalva de que suas identidades jamais seriam reveladas.
A primeira parte do trabalho de entrevistas foi concretizada até com certa facilidade. Duas psicólogas se disponibilizaram a falar sobre características gerais da sexualidade na cidade e relatar superficialmente – a ética profissional não permite que as histórias sejam contadas com mais profundidade sem o conhecimento e autorização dos atendidos – casos que foram parar na terapia. Além delas, dois donos de sex shops também concordaram em dar entrevistas sobre o assunto.
O material coletado e já selecionado deu origem a um pequeno arquivo com pouco mais de vinte páginas. A primeira parte estava a caminho. Faltava, contudo, a segunda parte, a mais difícil. Para procurar os casais, todas as ferramentas foram importantes, sobretudo as virtuais. Através de portais e redes sociais, consegui entrar em contato, em menos de um mês, com mais de 30 casais.
Um casal se manifestou logo nos primeiros contatos dizendo que não se importaria em dizer como era o modo de vida deles. Dois meses depois, porém, não houve retorno ao segundo e-mail, já com uma série de perguntas. Outro casal tinha se disposto a colaborar um tanto antes da efetiva busca. Uma mudança total de vida, com o abandono da troca de casais, e de cidade, praticamente um recomeço, fez com que a resposta fosse negativa.
Para muitos trabalhos, o material coletado já seria suficiente. Não para um TCC. Por isso, o ser anômalo não se manteve. A grande lição sobre o que (não) se deve fazer em um trabalho de conclusão de curso é levar em conta a imprevisibilidade dos fatos. Há tantos outros assuntos de igual ou maior importância para serem abordados... Um TCC será apenas mais um trabalho entre tantos que o profissional fará. A grande diferença é que este, por proporcionar um pouco mais de tempo para a elaboração, poderá ser mais bem lapidado. Mas lá na frente, quando o estudante sair do estágio de foca, ele já terá grandes habilidades como ourives...
Resposta do Juiz ao Lula!

CARTA PUBLICADA NO ESTADÃO
O meitíssimo tem o nome de Juiz Ruy Coppola (2º TAC) .
Mensagem ao presidente!

Estimado presidente, assisti na televisão, o trecho de seu discurso criticando o Poder Judiciário e dizendo que V. Exa. e seu amigo Tarso, ministro da Justiça, há muito tempo são favoráveis ao controle externo do Poder Judiciário, não para 'meter a mão na decisão do juiz', mas para abrir a 'caixa-preta' do Poder.... Vi também V. Exa. falar sobre 'duas Justiças' e sobre a influência do dinheiro nas decisões da Justiça.
Fiquei abismado, caro presidente, não com a falta de conhecimento de V.Exa., já que coisa diversa não poderia esperar (só pelo fato de que o nobre presidente é leigo), mas com o fato de que o nobre presidente ainda não se tenha dado conta de que não é mais candidato.


Não precisa mais falar como se em palanque estivesse; não precisa mais fazer cara de inconformado, alterando o tom da voz para influir no ânimo da platéia. Afinal, não é sempre que se faz discurso na porta da Volks. Não precisa mais chorar. O eminente presidente precisa apenas mandar, o que não fez até agora.
Não existem duas Justiças, como V. Exa. falou. Existe uma só.

Que é cega, mas não é surda e costuma escutar as besteiras que muitos falam sobre ela.
Basta ao presidente mandar seu amigo Tarso tomar medidas concretas e efetivas contra o crime organizado.
Mandar seus demais ministros exercerem os cargos para os quais foram nomeados.
Mandar seus líderes partidários fazerem menos conchavos e começarem a legislar em favor da sociedade.
Afinal, V. Exa. foi eleito para isso.
Sr. presidente, no mesmo canal de televisão, assisti a uma reportagem dando conta de que,
em Pernambuco (sua terra natal), crianças que haviam abandonado o lixão, por receberem do Bolsa-família , tinham voltado para aquela vida (??) insólita simplesmente porque desde janeiro seu governo não repassou o dinheiro destinado!.
Como se pode ver, Sr. presidente, vou tentar lembrá-lo de algumas coisas simples. Nós, do Poder Judiciário, não temos caixa-preta. Temos leis inconsistentes e brandas (que seu amigo Tarso sempre utilizou para inocentar pessoas acusadas de crimes do colarinho-branco).

Temos de conviver com a Fazenda Pública (e o Sr. presidente é responsável por ela, caso não saiba), sendo nosso maior cliente e litigante, na maioria dos casos, de má-fé.
Temos os precatórios que não são pagos.
Temos acidentados que não recebem benefícios em dia (o INSS é de sua responsabilidade, Sr. presidente). Não temos medo algum de qualquer controle externo, Sr. presidente.
Temos medo, sim, de que pessoas menos avisadas, como V. Exa. mostrou ser, confundam controle externo com atividade jurisdicional (pergunte ao seu amigo Tarso, ele explica o que é).


De qualquer forma, não é bom falar de corda em casa de enforcado.
Evidente que V. Exa. usou da expressão 'caixa-preta' não no sentido pejorativo do termo.
Juízes não tomam vinho de R$ 4 mil a garrafa.
Juízes não são agradados com vinhos portugueses raros quando vão a restaurantes.
Juízes, quando fazem churrasco, não mandam vir churrasqueiro de outro Estado.
Mulheres de juízes não possuem condições financeiras para importar cabeleireiros de outras unidades da Federação, apenas para fazer uma 'escova'. Cachorros de juízes não andam de carro oficial. Caixa-preta por caixa-preta (no sentido meramente figurativo), sr. presidente, a do Poder Executivo é bem maior do que a nossa.


Meus respeitos a V. Exa. e recomendações ao seu amigo Márcio.

P.S.: Dê lembranças a 'Michelle'.
(Michelle é cachorrinha do presidente que passeia em carro oficial)

Ruy Coppola, juiz do 2..º Tribunal de Alçada Civil do Estado de São Paulo, São Paulo

22 de fevereiro de 2010

Esse assunto me cheggou pelo amigo sr. lacombe
É bem simples, de entender!
Anotações para 2010


Com o final do Carnaval, além da Quaresma (alguém ainda sabe o que é isso?) também começa o ano brasileiro. 22 de março é muito mais que primeiro de janeiro e segunda-feira. É o tempo no qual todas as engrenagens vão se mexer mais ou menos iguais ao que sempre foram. Por isso, não custa fazer uma série de anotações para que 2010 seja, como os jovens dizem, tudo de bom.


Então vamos a elas:


- Torcer para o Brasil na primeira Copa realizada em solo africano: Sim, é importante não perdermos a fé. Brasileiro não desiste nunca, lembra? Mas, mais do que o futebol, não custa lembrar que todos tiram sua casquinha e trazem para si algum benefício desse esforço. Porém, que ele seja apenas uma prova de superação e não de esperteza política.


- Acreditar que as obras para o Brasil-2014 e o Rio-2016 tenham um portal de transparência sério, que apresentem quanto foi gasto e em onde: Já que essa é uma oportunidade rara para alavancar a economia brasileira, gerando empregos e dividendos, não custa mostrar que a lição de casa começou muito tempo antes. Moralizar é bom


- Reforçar os votos para que a educação seja vista como salvação e não como mais um gasto: Mais do que falar em cotas, medidas paliativas para a inclusão social, é necessário que os gastos sejam verdadeiros e um professor (seja do ensino médio ou fundamental) ganhe um salário digno que o permita a se dedicar a uma escola, prepare aulas, use as novas tecnologias, e não tenha três, quatro empregos e ainda creia que trabalhar seja um exercício de risco de vida.


- Segurança é bom e todo mundo gosta: que as cercas elétricas sejam um acessório desnecessário e não um item essencial para a segurança de casas e prédios. Que seja possível sair, caso necessário, a qualquer hora do dia ou da noite, sabendo que não se corre risco de ser assaltado.


- Que saúde seja apenas algo que se diga após um espirro: Planos médicos, sistema privados e qualquer outra forma de atendimento haja de acordo com a doença da pessoa e não conforme sua conta bancária e não fique empurrando um doente de um lado para o outro, até que o cidadão se transforme em uma estatística no índice de óbitos.


E, por fim:


- 2010 é ano de eleição: Mais do que a ambição dos candidatos, que todos se preocupem de fato com a população e, ao invés de medirem forças para eleições vindouras, tenham propostas e queiram fazer algo diferente. A mobilização é a palavra de ordem do século XXI e hoje é muito mais fácil fiscalizar se o voto dado foi válido. Caso não tenha sido, é bom se preparar para trocar de carreira.


E só uma ressalva: se utopia e ética, essas palavra tão desgastadas, não existissem já estariam banidas dos dicionários. Basta com que elas voltem a ter as aplicações que lhes deram que tudo voltará a ser como há muito já não é.

18 de fevereiro de 2010

O artigo me veio, como sempre, da assessoria da senadora Kátia Abreu, presidente da CNA:Verde e pragmática

Enquanto parte do governo continua às turras com o agronegócio - a última investida veio do ministro Paulo Vannuchi, dos Direitos Humanos -, a ONG americana TNC mostra que a parceria com os produtores é o melhor caminho para preservar a natureza
Ângela Pimenta
Uma sina curiosa vem perseguindo o agronegócio brasileiro nos últimos anos. Quanto mais dá mostras de sua competência lá fora, mais ele apanha aqui dentro - das ONGs, de políticos, do próprio governo. A mais recente investida ocorreu com a divulgação da nova versão do Programa Nacional de Direitos Humanos, de autoria do ministro Paulo Vannuchi. No meio de um festival de barbaridades, ficamos sabendo que o plano dá respaldo às invasões de terras, dificultando a obtenção de mandados de reintegração de posse na Justiça. Esqueça a lei.
Se prevalecer o que Vannuchi propôs, as invasões serão avaliadas por audiências públicas - e só se essas audiências aprovarem é que a Justiça entrará em ação para defender os proprietários. Felizmente, nem todos acham que os males do Brasil são a excelência na produção de comida. Até mesmo ONGs ambientalistas, famosas pela virulência de sua militância, compreenderam que o agronegócio pode ser parceiro não apenas na hora de gerar riquezas mas também - pasme - de proteger a natureza.
O melhor exemplo tem sido dado pela americana The Nature Conservancy (TNC), a maior organização civil do planeta voltada para o meio ambiente, hoje presente em 32 países. A TNC é responsável pelo mais bem-sucedido modelo de combate ao desmatamento do país, o de Lucas do Rio Verde, no interior de Mato Grosso - conseguido exatamente por meio de parceria com o agronegócio.
A ideia é obter a preservação combinando imagens de satélite - que permitem mapear as terras e detectar a derrubada de árvores - com incentivos econômicos, como linhas de crédito e cursos de educação ambiental para fazendeiros que se mostram dispostos a regularizar suas atividades. Agora o programa de Lucas do Rio Verde começa a ganhar escala nacional. Inspirado nele, o governo federal lançou o programa Mais Ambiente com o objetivo de regularizar sobretudo propriedades rurais com problemas de desmatamento ilegal e que não estão registradas devidamente.
O governo fixou prazo de três anos para a adesão dos proprietários ao programa. A medida vale para todo o país, mas tem por alvo especialmente as áreas mais críticas da Amazônia. Paralelamente, o governo de Mato Grosso adota a mesma abordagem para legalizar a situação fundiária no estado. O governador Blairo Maggi lançou em 2009 o programa Mato Grosso Legal para cadastrar 50 000 propriedades até o fim deste ano. No âmbito federal, ainda não se sabe quantos produtores serão atingidos.
Fonte inspiradora dessas iniciativas, a TNC é um exemplo de pragmatismo que contrasta com o estereótipo da militância irada e inconsequente de muitas ONGs. Em Lucas do Rio Verde, município que é um dos maiores produtores de soja do país, a TNC teceu em 2007 uma parceria entre a prefeitura e as empresas Sadia, Syngenta e Fiagril. Nos últimos três anos, o agrônomo Giovanni Mallmann, chefe da equipe da TNC na cidade, rodou 20 000 quilômetros visitando as 820 fazendas da região. "No começo, parte dos proprietários nos via com desconfiança", diz Mallmann. "Agora eles sabem que esse é o único caminho capaz de garantir a preservação das terras e a existência de compradores para seus produtos."
Batizado de Lucas do Rio Verde Legal, o programa fez um diagnóstico com imagens de satélite e deu prazo de dez anos para os fazendeiros recuperarem as matas. Eles também ganham mudas e assistência técnica no replantio. Hoje, o cadastramento das terras de Lucas do Rio Verde está pronto e a base de dados gerada vai ser transferida para o governo de Mato Grosso desenvolver seu programa.
É verdade que a ideia de usar satélite para esquadrinhar as propriedades rurais já existia em repartições federais e estaduais desde os anos 90. Mas o plano oficial era um fiasco em estratégia e gestão. "As normas ditavam que o proprietário em situação irregular levasse sua documentação ao poder público", diz a bióloga Ana Cristina Barros, representante da TNC no Brasil. "Mas, ao chegar lá, ele seria autuado em flagrante." Como era de prever, a iniciativa governamental fracassou. Em Lucas, a TNC mudou a tática. Em vez de os produtores irem a uma repartição, a ONG e representantes da prefeitura visitam os fazendeiros para obter sua adesão.





17 de fevereiro de 2010

 O crime do caseiro

Por: Azuaite Martins de França
Imagine um crime.
Um assassinato. Um inocente morto. Sem poder reagir. Sem saber por que.
Imagine a estampa de espanto no último olhar da vítima.
Veja o sangue jorrando. Olhe ao redor e veja a família que a tudo assistiu. A perplexidade. O choro dos pais. Da mulher desesperada. Dos filhos pequenos gritando pelo pai.
Olhe bem para o rosto do criminoso.
Há um sorriso frio em sua face. Olhe melhor. Agora o sorriso já é um riso. De deboche.
Ele está debochando de você.
Ele vai cometer mais três crimes. Semelhantes ao primeiro. Ele vai cometer mais três crimes porque sabe que não será punido. Ele tem costas quentes. Tem bons advogados. Tem apoio dos poderosos.
Conheço bem a sua reação, leitor. Temos a mesma indignação. O mesmo nojo. O mesmo grito por justiça.
Pense, agora, que a vítima era um funcionário público. Antonio Santoro. O primeiro tiro pelas costas. Sem defesa. Depois, mais dois. Já estava morto. Mas era preciso ter certeza.
A segunda vítima estava num açougue. Lino Sabbadin. Foram dois tiros. O sangue do inocente misturado ao sangue dos animais. Para o assassino inocentes e animais não têm diferença.
Pierluigi Torregiani estava feliz. Ia às compras com os filhos. Tiros interromperam a felicidade de Pierluigi. O corpo inerte na calçada. O pranto dos filhos agarrados ao cadáver era um ingrediente a mais naquele banquete de curiosos.
Um policial caminhava despreocupado em direção de seu carro, estacionado numa rua da movimentada cidade. De repente. Cinco tiros. Certeiros. Era a quarta vítima.
Dor!
Quatro inocentes e um assassino: Battisti.
Ao conceder refúgio ao assassino Battisti, condenado pelos tribunais italianos, o Ministro Tarso Genro e o Presidente Lula tripudiam sobre o povo italiano e sobre a memória de todos aqueles que um dia foram vitimados pela injustiça e pelo terror.
O terrorismo não tem ideologia. Não existe terrorismo de direita nem terrorismo de esquerda. Existe o terrorismo. E deve ser abominado e combatido por todos nós que defendemos a vida e a liberdade.
A defesa que Tarso, Lula e o PT fazem de Battisti não pode nos surpreender, no entanto. Basta relembrar o episódio dos atletas cubanos que durante os jogos pan-americanos abandonaram sua delegação. O governo brasileiro devolveu-os imediatamente a Cuba.
Relembremos o caso do ex-padre colombiano Olivério Medina, embaixador dos narcoterroristas das FARC junto ao governo Lula e palestrante na Universidade Federal de São Carlos. Além de obter refúgio político do governo brasileiro, foi presenteado com emprego para sua mulher numa secretaria junto à Presidência da República.
Existe uma evidente lógica em todos esses casos de amparo a criminosos neste governo Lula que, não duvidem, pode levar Fernandinho Beira Mar a arguir a condição de preso político, e quem sabe, receber polpuda indenização.
A lógica se afirma mais ainda quando ficamos sabendo que o advogado que defende Césare Battisti, é o mesmo que defendeu Daniel Dantas e Silvio Lancelotti. É o mesmo que defendeu o PT envolvido no caso do assassinato do prefeito Celso Daniel. É bom que se diga que os familiares do prefeito tiveram que deixar o país que, em nenhum momento, garantiu-lhes a integridade física e moral ameaçada.
Envolvido nos escândalos na Lubeca, de Daniel Dantas e de tantos outros, o advogado de Battisti foi, também, o defensor dos sequestradores do empresário Abílio Diniz.
A solidariedade do petismo com o lunpen-proletariado e com o crime organizado deformou um ideário que iludiu tanta gente honesta.
Mas toda essa afronta, toda essa valentia, se desmancha quando alguém propõe examinar o passado político do país e investigar os crimes cometidos pelo regime militar. Com medo da farda, esses brancaleones de estrela no peito omitem-se. Oxalá tivessem a hombridade dos chilenos e dos argentinos! Esses não exitaram e revolver suas vísceras políticas.
Pena que no Brasil pouco se discuta essas questões. O povo se mobiliza por paixões. Quando as paixões são vitimadas pela violência, a compreensão da gravidade aflora. Se a Itália, por represália tivesse cancelado o jogo amistoso contra o Brasil, em Londres, o caso Battisti alcançaria as ruas e seria debatido em cada esquina.
Crime, de fato, cometeu o caseiro Francelino. Coitado. Foi honesto.
Ele é que devia pedir asilo político.

Azuaite Martins de França é presidente do PPS de São Carlos (SP), formado em Letras e Ciências Sociais pela UNESP, Advogado, Diretor do CPP e Presidente do Conselho Estadual de Alimentação Escolar do Estado de São Paulo.









Ainda bem que twmos algumas cabeças pensantes!(Daidy)RESSURGÊNCIAS DO FASCISMO III


Azuaite Martins de França

Se eu quiser criar um deus...


O povo, quando desesperado, tende a buscar no sobrenatural a solução para seus problemas. Só isso explica, por exemplo, o costume das apostas nas loterias e no jogo do bicho. Pode-se não ter dinheiro para nada, mas, para o jogo, sempre se dá um jeitinho.


É dessa fé que se nutrem os manipuladores do povo.


Existem duas formas clássicas de dominação: pela força e pelo convencimento.


O domínio pela força desperta insatisfações e tende a se esgotar com o tempo. Subentende o uso da força física para reprimir os adversários.


O domínio pelo convencimento é mais complexo, porém duradouro. Pressupõe a violência cultural e intelectual. Determina a perda das referências do povo e, consequentemente, sua capacidade de pensar.


É assim que se domestica!


Para submeter um povo é preciso muita habilidade e carisma.


Carisma não se encontra pronto. Carisma é resultado de um longo trabalho de propaganda.


O líder carismático enxerga-se acima do bem e do mal, acima da lei, acima dos homens. Exige admiração e culto a sua personalidade.


Para garantir a eficácia da dominação, é necessário o respaldo de um Partido Único. E é preciso, desmoralizar os demais partidos, dissolver sua ideologia e formatá-los num bloco: a base governista.


Por meio de intensa propaganda o partido acaba se convertendo em objeto de desejo. Assim, consegue recrutar na massa de desiludidos os mais ingênuos, os mais irados e os mais gananciosos.


Batizado, o dominado assume a postura de dominador. Cruel. Despótico. Prepotente. Perpetra as ordens que recebe. E torna-se agente de propaganda.


Dizer verdades é perigoso. Melhor é repetir mentiras até que se tornem verdades.


De mentira em mentira constrói-se um escudo de proteção. O líder torna-se intocável. E, como um reizinho mimado, não deve ser contrariado.


Assim, concessões de rádios e de TVs são distribuídas a quem se amolda à política de propaganda.


Proibe-se a liberdade de expressão. A imprensa séria é monitorada e submetida à censura. Jornalistas sofrem patrulhamento.


Tudo por uma “causa justa”: glorificar um micro-deus a ponto de filmar-lhe a vida e exibi-la nos cinemas de todo o país, nos sindicatos, centros comunitários, etc.


E, como qualquer arremedo de um deus, deve parecer temido e generoso. Com a mão direita pune os justos, com a esquerda protege mensaleiros. Em troca de devoções e votos distribui cartões do bolsa família aos pobres e lucros sem limites aos banqueiros.


“ A quem se deve dirigir a propaganda, aos intelectuais ou à massa menos culta? A propaganda sempre terá de ser dirigida à massa!”


“ A capacidade de compreensão do povo é muito limitada, mas em compensação, a capacidade de esquecer é grande!” – Adolf Hitler – Minha Luta


A cada momento da vida política brasileira atual, colhem-se mais evidências e semelhanças com modelos que a democracia quer evitar. São novas ressurgências do fascismo.

Azuaite Martins de França, presidente do PPS, formado em Letras e Ciências Sociais pela UNESP, Advogado, Diretor do CPP e Presidente do Conselho Estadual de Alimentação Escolar do Estado de São Paulo – contatos: azuaite.franca@terra.com.br.



















Bolsa- Bandido!
O circo está armado é nós somos os palhaços... eh! eh!

Parece brincadeira, mas é verdade!!!!! Entrem na página do INSS e confiram.
Programa Bolsa-Marginal
Repassando....Atenção as eleições estão aí!!!
BRASIL ! ...ZIL ! ....ZIL !
Programa Bolsa-Marginal ?

Você sabia que todo presidiário com filhos tem uma bolsa para sustentar a família, dado pelo INSS, pois o coitadinho não pode trabalhar para sustentar os filhos porque está preso?
Chama-se "Auxílio-reclusão" e, pasmem... quem for preso a partir de 01/12/2009, receberá R$752,12 (SETECENTOS E CINQUENTA E DOIS REAIS E DOZE CENTAVOS, mas quanto está o salário
mínimo mesmo, para aqueles que trabalham honestamente????

O valor do auxílio-reclusão corresponde ao equivalente a 100% do salário-de-benefício


PERÍODO SALÁRIO-DE-CONTRIBUIÇÃO TOMADO EM SEU VALOR MENSAL
De 1º/6/2003 a 31/4/2004 R$ 560,81 - Portaria nº 727, de 30/5/2003
De 1º/5/2004 a 30/4/2005 R$ 586,19 - Portaria nº 479, de 7/5/2004
De 1º/5/2005 a 31/3/2006 R$ 623,44 - Portaria nº 822, de 11/5/2005
De 1º/4/2006 a 31/3/2007 R$ 654,61 - Portaria nº 119, de 18/4/2006
De 1º/4/2007 a 29/2/2008 R$ 676,27 - Portaria nº 142, de 11/4/2007
De 1º/3/2008 a 31/1/2009 R$ 710,08 [WINDOWS-1252?]– Portaria nº 77, de 11/ 3/2008
A partir de 1º/2/2009 R$ 752,12 [WINDOWS-1252?]– Portaria nº 48, de 12/2/2009
O salário-de-benefício corresponde à média dos 80% do maior salários-de-contribuição do período contributivo, a contar de julho de 1994.
Para o segurado especial (trabalhador rural), o valor do auxílio-reclusão será de um salário-mínimo, se o mesmo não contribuiu facultativamente.

É real!!!! Se você quiser tire a dúvida neste "site" : http://www.previdenciasocial.gov.br/conteudoDinamico.php?id=22


Pergunta que não quer calar:
 1: Por acaso os filhos do sujeito que foi morto pelo coitadinho que está preso recebem uma bolsa para seu sustento?
Pergunta que não quer calar 2: Já viu algum defensor dos Direitos Humanos defendendo esta bolsa
para os filhos das vítimas?
Pergunta que não quer calar 3: Quem foi mesmo o candidato que mereceu o seu voto? Não lembra...?
Lamentável.
É por isso que a criminalidade não diminui, mate, assalte, roube !
seja injusto com a sociedade. Pelo visto é muito mais vantajoso, pois você terá dinheiro preso ou não...
Garanta já a sua Bolsa - Bandido...!











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Quem sou eu

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São Carlos, São Paulo, Brazil
Daidy Peterlevitz é aposentada, com qualificação para lecionar desde a pré-escola ao Colegial (Matemática e Física).Tem trabalhos publicados na Antologia “A Pena e a Lua”, da APEBS - Associação dos poetas e escritores da Baixada Santista.É autora dos livros As Duas Faces da Mesma Moeda e Quatro Bruxas no Elevador, lançado na Bienal do Livro, em S.Paulo. É autora do projeto DEMBLI, que facilita a circulação de livros, em escolas sem bibliotecárias. Trabalha em seu projeto no qual afirma que o bebê pode e deve aprender a ler. Também fez parte do antigo "SEROP" que funcionava no G.E Oswaldo Cruz, em São Paulo, sob a direção do sr.Jocelyn Pontes Gestal. Era orientadora de Ciências. O grupo, estudava a filosofia e a pedagogia de mestres, preparava apostilas, ia à inúmeras escolas, em S.Paulo e arredores, levando orientação diretamente aos professores ou,se distante como Sta. Izabel, aos diretores, que as passavam aos professores. Atualmente, escreve para seis jornais e, a todos agradece pelo espaço cedido.