6 de novembro de 2009

Meu pé de Ipê branco! .....


É uma história bem antiga, quando eu era jovem mais...
Cerca de...uns 35 anos atrás!
Morava eu em Campinas, à r. Talvino Egídio de Souza Aranha, uma casa linda, reformada pela proprietária, de bom muito gosto!
Tudo era requinte, visse que coisa linda ! papel de parede, e lugar muito em que botar todas as tralhas! Até debaixo da escada!
E foi ali que vivi meus grandes dias, depois de ter saído de N.Odessa, onde quase que fui linchada, porque escrevia sobre os desmandos do poder atuante!
Continuo fazendo isso, Não tenho remédio e nem medo.!
Bem, tentando resumr, fui “aceita” numa escola bem lá perto e...logo percebi a roubalheira oficial que havia, entre uma corrupta diretora, se não me falha a memória, de nome Carolina e demais funcionários....tudo combinado...!, aliás, nada diferente de hoje! Denunciei, logico.
Mas eu era romântica e continuo sendo, graças a Deus!
Em frente à minha sala de aula, havia um pé de ipê branco, que me encantava! Eu queria imortalizar aquilo e, consegui!
“Convoquei a meu serviço“ todos os mais laborioso da família, e os Otsukas vieram todos!, a recolherem as sementes voadoras do Ipê!
Era branco, o nome certo é “Tabebuia Róseo Alba” .
Deu trabalho, meus amigos!
O meu ipê branco e, com muito amor, semeei todas as sementes, num quintal onde nem havia terra!! Fiz tudo direitinho e logo tudo ficou verde!!
Uma beleza!
Para resumir, há, hoje numa praça em S.Paulo, cujo nome não sei, cinco ipês brancos que florescem. O honorável Sr. Otsuka os plantou.
E, naquela antiga época, meu filho segundo, Giulio, estudante da USP, juro que não sei como o fez...mas o fez! Acabou plantando, justo em frente a Biblioteca da USP, três pés de ipê branco!
Eles florescem, todos e nem sempre tenho a oportunidade de ver isso... A amiga Mirna, que pôs água neles, sim.

Obrigada, Mirna querida!
Mas, conforma-me o fato de ter escrito livros, gerado filhos e de ter plantado ipês brancos!

Dizem que isso é ser HOMEM!
Dispenso e perdôo a ofensa!

E lembrem-se do nome certinho: é Tabebuia Róseo Alba!
O meu Ipê branco!
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Quem sou eu

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São Carlos, São Paulo, Brazil
Daidy Peterlevitz é aposentada, com qualificação para lecionar desde a pré-escola ao Colegial (Matemática e Física).Tem trabalhos publicados na Antologia “A Pena e a Lua”, da APEBS - Associação dos poetas e escritores da Baixada Santista.É autora dos livros As Duas Faces da Mesma Moeda e Quatro Bruxas no Elevador, lançado na Bienal do Livro, em S.Paulo. É autora do projeto DEMBLI, que facilita a circulação de livros, em escolas sem bibliotecárias. Trabalha em seu projeto no qual afirma que o bebê pode e deve aprender a ler. Também fez parte do antigo "SEROP" que funcionava no G.E Oswaldo Cruz, em São Paulo, sob a direção do sr.Jocelyn Pontes Gestal. Era orientadora de Ciências. O grupo, estudava a filosofia e a pedagogia de mestres, preparava apostilas, ia à inúmeras escolas, em S.Paulo e arredores, levando orientação diretamente aos professores ou,se distante como Sta. Izabel, aos diretores, que as passavam aos professores. Atualmente, escreve para seis jornais e, a todos agradece pelo espaço cedido.

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